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Coritiba passa quatro meses no Z-4 em sua pior fase na história do Brasileiro

Equipe alviverde foi o time que passou mais tempo entre os últimos colocados neste ano. Mesmo quando foi rebaixado, time nunca ficou tanto tempo entre os piores

 

Com a vitória de 3 a 1 sobre o São Paulo, nesta quarta-feira, o Coritiba disse adeus a 18 rodadas, quatro meses e quase um turno inteiro em que ocupou a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Período longo e que contou com inúmeras mudanças no clube tanto no elenco como na comissão técnica alviverde. A fase complicada é a maior que o Coritiba passou na zona de rebaixamento desde o início do Brasileirão dos pontos corridos. Para se ter uma ideia, nos anos de 2005 e 09 em que o Coritiba caiu, o time passou cinco rodadas entre os piores.

Desde a derrota para o Sport na quarta rodada, até a vitória sobre o São Paulo, o time do Alto da Glória teve o pior início da história na competição nacional e demorou 16 rodadas para vencer dentro de casa, viu jogadores deixarem o clube e outros chegarem, além da troca no comando técnico com a saída de Celso Roth e o retorno de Marquinhos Santos.

Coritiba deixa a zona de rebaixamento e dá indícios de uma recuperação no campeonato  (Foto: Divulgação Coritiba)Coritiba deixa a zona de rebaixamento e dá indícios de uma recuperação no campeonato (Foto: Divulgação Coritiba)

Marquinhos Santos admite alívio por trabalho fora da Z-4

O técnico Marquinhos Santos comemorou o alívio que é trabalhar sem a pressão de estar no final da tabela. Ele lembra que um dos efeitos da recuperação da equipe é a melhora na autoestima do elenco alviverde. Porém, com os pés no chão, o treinador sabe que a luta contra o rebaixamento continua.

- O alívio é muito grande. Além de termos maior tranquilidade para trabalhar, a autoestima dos jogadores aumenta muito. A partir de agora enxergamos a competição de outra maneira, mas a luta continua. Nosso campeonato é aqui, entre os últimos oito colocados. E com muita dedicação e entrega que esse grupo já demonstrou, nós vamos em busca do nosso objetivo de permanecer na primeira divisão – declarou o comandante alviverde.

Coritiba é o time que passou mais tempo na zona de rebaixamento do Brasileirão (Foto: GloboEsporte.com)Coritiba é o time que passou mais tempo na zona de rebaixamento do Brasileirão (Foto: GloboEsporte.com)

Com a vitória diante do Tricolor Paulista, o Coxa assumiu a 16ª colocação, com 23 pontos e voltou a respirar no Brasileirão. Sensação que não era sentida desde a terceira rodada, quando a equipe conquistou três empates consecutivos – diante da Chapecoense, Santos e São Paulo – e do nono lugar, caiu para 18ª colocação. Desde então, o Coxa variou entre as quatro últimas posições da tabela de classificação e tornou-se o time há mais tempo no Z-4.

Os ex-companheiros de “zona” tiveram variações maiores durante a competição e passaram a maior parte do tempo em regiões mais confortáveis da tabela. O Botafogo, 17ª colocado, está a sete rodadas no Z-4. O Palmeiras, 18º, apenas três rodadas, o Criciúma, em 19º lugar, passou dez rodadas e, por fim, o lanterna Vitória amargou 11 rodadas nas últimas colocações.

Para manter o embalo e aumentar a distância da zona de rebaixamento, o Coritiba busca somar pontos diante do Sport, no próximo domingo, às 16h, na Ilha do Retiro. Um vitória pode colocar o time na 13ª colocação. Por outro lado, um empate ou uma derrota, podem significar o retorno à pressão do Z-4.

GloboEsporte.com

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Promoção: quer ganhar o novo uniforme laranja do Leão?

 

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Foto: Sport/divulgação.

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Sport, “dentro do esperado”, segura o Internacional

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(Foto: Aldo Carneiro / PE Press)

Alessandro Matias via GloboEsporte.com

Preciso começar falando quem foi o adversário do Sport ontem. Para quem não sabe, ou, momentaneamente esqueceu, foi um “tal” de Internacional de Porto Alegre: 38 pontos; 22 jogos; 11 vitórias e 9 gols positivos no saldo. Se comparar com o Sport, está um pouco à frente, não? Sim. E se compararmos, principalmente, o seu elenco? Digo logo que não vou nem citar os nomes. É visível a superioridade no contexto fora e dentro de campo. O jogo foi um exemplo.

No intervalo falei que, “dentro do esperado”, o Leão fez um primeiro tempo razoável. Aquele tempo em que tinha que segurar o time e sair nos contra-ataques. Não tinha outra forma. Ou alguém acha que com esse time escalado, ontem, teríamos alguma chance de vitória de outra forma?

Sabendo disso, o técnico Abel Braga postou logo o Sacha na cola do lateral Patric. Assim, o comandante fechou um grande caminho do rubro-negro.

É preciso ver com cautela a escalação. Eu particularmente não vi um time entrando errado. Existem dois critérios para analisar o jogador: o das arquibancadas (que é o do torcedor) e o do dia a dia nos treinamentos. E é o segundo critério que contabilizo como o mais importante. Tudo bem que Diego Souza se colocou à disposição do grupo. Entretanto, isso ocorreu na vontade de jogar e ajudar. Ponto positivo para o atleta.

Não é preciso ter vivido dentro de campo, como jogador, para saber que um atleta profissional, por melhor que seja o seu condicionamento, após sair por duas semanas, perde muito o lado técnico e, principalmente, o físico.

O amigo que está lendo deve bater uma pelada de final de semana e já passou por uma dessas, não?

Portanto, eu acho e falo, com dados e informações que tenho, que o Diego Souza entrou na única posição que “não” exigiria tanto do seu potencial físico.

Por outro lado, o tão solicitado pela torcida, NB9 entrou e pouco produziu. Aliás, deixou de dar uma virada de bola no segundo tempo em que deixaria dois jogadores do Sport (Danilo e Érico Júnior) cara a cara com Dida. Infelizmente continua fora de forma e somente atuou na vontade.

O rubro-negro, no segundo tempo, voltou melhor do que a primeira etapa. Entretanto, não dá para dizer que é uma condição em que pudesse sair com um placar positivo. O Internacional “parecia” ter facilidade para entrar na defesa do time. O nome disso é qualidade.

Já falei do garoto Érico Júnior por aqui e vou resumir: tem que tratar o jogador com calma ou vai ser menos um no elenco, já reduzido, do Leão.

Vaiar durante a partida um atleta é pouco inteligente. E depois dos depoimentos do técnico Eduardo Baptista, o menino vai entrar por muitas vezes. Alguém tem outra solução? Acho que não.

Ao final, não entendi as vaias. Para o jogo de ontem, foram injustas.

Só mais um detalhe para lembrar: ficamos com menos um atleta aos 30 minutos do segundo tempo (Érico Júnior) e o comandante do Sport precisou fazer, ainda no primeiro tempo, uma substituição com a contusão do zagueiro Ferron. Isso contra um time qualificado, como o colorado gaúcho, é um prato cheio.

Some esses detalhes ao fato de termos um elenco limitado. Eduardo Baptista continua fazendo milagres. Qualquer outro técnico “figurão” já teria dado as costas para o clube e ido embora por falta de elenco. Vide a história do Glorioso Sport. Duvida?

O Sport saiu da Arena Pernambuco, pelas circunstâncias, com a percepção de uma fogueira que foi superada e que somou mais um ponto.

Agora é ganhar ou ganhar do Coritiba.

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Atuações: Atacantes de Sport e Inter deixam a desejar, e defesa vai melhor

Melhores atuações estiveram na defesa das duas equipes no jogo que terminou em 0 a 0 na Arena Pernambuco nesta quarta-feira. Confira as notas dos jogadores

Por Recife

  
Header_materia_SPORT_02 (Foto: Infoesporte)

 

MAGRÃO – GOLEIRO
Quando exigido saiu bem do gol. Foi beneficiado com chutes para fora do Inter.
Nota:6,0

PATRIC – LATERAL-DIREITO
Mais presente nos lances ofensivos, fez cruzamentos e jogadas em velocidade pelo lado e também finalizou. Foi um dos jogadores mais participativos em campo.
Nota: 7,0

FERRON – ZAGUEIRO
Sentiu dores na tentativa de cortar a bola na entrada da área, ficou mais alguns minutos em campo, mas não aguentou. Saiu ainda no primeiro tempo. Teve certa dificuldade de parar os jogadores no ataque do Inter.
Nota: 5,5

OSWALDO – ZAGUEIRO
Cumpriu seu papel atrás, teve algum trabalho com os homens de frente do Inter, principalmente na etapa complementar, com o rival mais ofensivo.
Nota:5,5

DURVAL – ZAGUEIRO
Seguro na defesa, apareceu bem para tirar o perigo na maioria das vezes, com algumas dificuldades em outros momentos.
Nota: 6,0

RENÊ – LATERAL-ESQUERDO
Participou de jogadas de velocidade, escapando da marcação e buscando espaços para buscar os lances de ataque.
Nota: 6,0

WENDEL – VOLANTE
Acertou passes, teve um pouco de dificuldade de conter os jogadores de habilidade do meio para a frente do Inter, mas não comprometeu.
Nota: 6,0

RITHELY – VOLANTE
Contribuiu com a marcação, também afastando bolas da área, e ainda ajudou a distribuir bolas para os atacantes. Mas o Sport não teve grandes oportunidades.
Nota: 6,0

DANILO – MEIA
Teve duas boas chances de gol quando recebeu cara a cara com Dida nas duas vezes, mas o goleiro colorado fez boa defesa na primeira, e viu a bola passar perto na segunda.
Nota: 7,0

IBSON – MEIA
Armou algumas jogadas, teve bom acerto de passes. Faltou, talvez, um pouco mais de criatividade.
Nota: 6,0

FELIPE AZEVEDO – ATACANTE
Não deu sequência às jogadas e foi vaiado em alguns momentos. Contribuiu com lançamentos no ataque, mas não desempenhou um bom papel.
Nota: 5,5

ÉRICO JÚNIOR – ATACANTE
Entrou no segundo tempo, na vaga de Felipe Azevedo. Um pouco desentrosado no começo, melhorou com o passar do tempo, participando de algumas jogadas. Se machucou no fim e teve de sair.
Nota: 5,0

DIEGO SOUZA – ATACANTE
Apagado e um pouco lento, atuou bem avançado na frente, mas teve pouca oportunidade para finalizar.
Nota: 5,5

NETO BAIANO – ATACANTE
Substituiu Diego Souza no segundo tempo. Entrou sob aplausos da torcida, participou de alguns lances no ataque, mas não teve sucesso. O Sport teve menos oportunidades no segundo tempo.
Nota: 5,5

Header_Internacional_690 (Foto: Arte Esporte)

 

DIDA – GOLEIRO
Saiu atrasado no primeiro lance e quase viu a bola entrar. Fez uma bela defesa no fim do primeiro tempo e outra no segundo, e não comprometeu em outras vezes que foi exigido.
Nota: 7,5

GILBERTO – LATERAL-DIREITO
As principais jogadas saíram pelo lado esquerdo, mas o jogador teve boas subidas ao ataque pelo lado do campo e fez cruzamentos.
Nota: 6,0

ALAN PATRICK – MEIA
Nos últimos minutos, entrou na vaga de Gilberto. Não teve muito tempo para mostrar seu futebol, contribuiu com passes na frente. Adiantou a bola em um lance de ataque.
Nota: 5,5

ERNANDO – ZAGUEIRO
Presente para afastar bolas de perigo, contribuiu com a marcação. Chegou atrasado em alguns momentos, mas não comprometeu.
Nota: 6,5

PAULÃO – ZAGUEIRO
Bem nos desarmes, também apareceu na área se aproveitando da boa estatura nas bolas paradas e até fez um gol, que foi anulado por impedimento. Diversas vezes escapou ao ataque com boas jogadas, chamando a responsabilidade.
Nota: 7,5

FABRÍCIO – LATERAL-ESQUERDO
Veloz pela esquerda, subiu diversas vezes para ajudar no ataque. Também voltou para contribuir com a defesa, por mais que tenha tido um desempenho abaixo dos últimos jogos.
Nota: 6,0

WELLINGTON – VOLANTE
Atento, cumpriu seu papel na marcação e ainda correu até a zaga para buscar uma bola lançada para o ataque do Sport, com fôlego de sobra.
Nota: 6,5

ARÁNGUIZ – VOLANTE 
Após deixar a desejar em alguns jogos, se recuperou e foi um dos melhores da equipe do Inter. Acertou passes, municiou os atacantes perto da área e arriscou ao gol. Por pouco não marcou um golaço.
Nota: 7,5

ALEX – MEIA
Bem ao lado de D’Alessandro e Aránguiz, distribuiu jogadas na armação e apareceu bem no ataque com bons passes.
Nota: 7,0

VALDÍVIA – MEIA
Aparecendo sempre no ataque, se esforçou para sair da marcação e tentou servir atacantes com bom índice de passes certos.
Nota: 6,5

D’ALESSANDRO – MEIA
Um dos principais articuladores ao lado de Alex, teve boa atuação, com sua tradicional habilidade no meio-campo e servindo atacantes. Bem também na bola parada.
Nota: 7,0

RAFAEL MOURA – ATACANTE
Entrou no lugar de D’Alessandro no segundo tempo para formar dupla com Wellington Paulista na frente. Chegou um pouco atrasado em uma bola enfiada na área e teve chance em uma cabeçada que Magrão segurou.
Nota: 5,5

EDUARDO SASHA – ATACANTE
Jogando bem aberto pelo lado esquerdo, protagonizou alguns bons lances individuais, colocou a bola na área, mas sofreu alguma dificuldade com a marcação.
Nota: 6,5

WELLINGTON PAULISTA – ATACANTE
Deu dois chutes totalmente sem direção para o gol, e no geral não foi bem em mais uma partida.
Nota: 5,5

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Sport x Internacional em confronto no Brasileirão

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Ficha técnica

Sport x Internacional

Arena Pernambuco/21h

Arbitragem de Felipe Gomes da Silva com assistências de Bruno Boschilia e Luiz Souza Santos Renesto (trio do PR)

Sport: Magrão; Patric, Ferron, Durval e Renê; Rithely, Wendell, Ibson e Diego Souza; Neto Baiano e Felipe Azevedo.

Técnico: Eduardo Baptista.
Internacional: Dida; Gilberto, Ernando, Juan e Fabrício; Willians (Eduardo Sasha), Wellington, Aránguiz, Alex e D’Alessandro; Wellington Paulista.

Técnico: Abel Braga.