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Alex Amaral

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Graduado em Letras, leitor compulsivo, entusiasta das cervejas artesanais, fã de buchada de bode e apaixonado pelo glorioso Sport. Blogger, também, no site Canelada F.C.

[VIDEO] Sport vence Salgueiro mas não empolga a torcida

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Em noite melancólica, Sport venceu o Salgueiro por 3 x 0 e ficou com o terceiro lugar no Pernambucano 2018.

Na prática, o resultado não significou absolutamente nada, uma vez que já foi confirmado que, em 2019, o Leão não vai participar da Copa do Nordeste e a vaga para a Copa do Brasil já estava assegurada pela posição do time no ranking da CBF.

Primeiro Tempo

Foi necessário um esforço tremendo por parte do torcedor para conseguir manter-se acordado nos primeiros 45 minutos de partida. Os minutos iniciais mostraram que o Sport dominava as ações da partida, mas errava muito no chamado último passe. Por isso, as chances foram bem minguadas e a maioria das finalizações não foram na direção do gol.

Aos 18 minutos, a melhor chance do Sport na primeira etapa foi desperdiçada por Raul Prata. Após boa jogada de Pablo, o lateral chutou em cima de Mondragon. Aos 31, foi a vez de Gabriel receber boa bola na entrada da área do Salgueiro. Porém, a finalização saiu fraca e pra fora.

Perto do final do primeiro tempo, a torcida rubro-negra ficou mais alerta, mas isso não teve relação direta com a partida em si. Acontece que um timbu maroto subiu nas grades das arquibancadas e se juntou aos gritos de “time sem vergonha” que vinham das sociais.

Segundo Tempo

Após merecidas vaias, os times retornaram a campo sem alterações. O reinício foi até promissor. Logo aos 3 minutos, o Salgueiro teve uma boa oportunidade, mas o chute de Dadá foi pra fora. Logo em seguida, Everton Felipe também arriscou um chute, mas parou nas mãos do goleiro do Salgueiro.

Aos 8, finalmente o torcedor esforçado que acompanhava essa partida foi agraciado com um gol. Marlone recebeu lançamento na entrada da área e, de peito, colocou Pablo na cara do gol. O jovem atacante chutou por entre as pernas do goleiro e comemorou muito.

Parecia o fim da sofrência, mas o festival de jogadas horrorosas continuou. Aos 16, Everton Felipe mostrou que ainda não ganhou ritmo de jogo e perdeu um gol feito. Aos 24, após receber lançamento dentro da área do Salgueiro, o menino Pablo também maltratou a bola. O chute saiu mascado e facilitou a defesa do goleiro.

Aos 29 minutos, finalmente saiu o segundo gol do Leão. Após cobrança de escanteio, Anselmo desviou de leve e a bola sobrou livre para Léo Ortiz que mandou pras redes. A porteira salgueirense ficou aberta e aos 33 Pablo fez mais um. Aproveitando cruzamento do lateral Sander, o atacante finalizou de letra e marcou o terceiro gol do Sport.

De Olho no Futuro

Nelsinho aproveitou o restante da partida para dar oportunidade aos jovens jogadores da base. Eldder e Brendo entraram nos lugares de Everton Felipe e Marlone. Aliás, este último foi outra vez o melhor jogador do time, responsável pela armação das principais jogadas ofensivas.

O resultado foi positivo, mas o pessimismo ainda toma conta dos torcedores do Sport. A duas semanas da estreia no Brasileirão, o elenco ainda precisa de reforços pontuais. Até lá, sobram muitas críticas à atual gestão.

FICHA DO JOGO: SPORT 3 X 0 SALGUEIRO

Sport: Magrão, Raul Prata, Ronaldo Alves, Léo Ortiz, e Sander; Anselmo, Neto Moura (Fabrício), Marlone (Brendo), Gabriel e Everton Felipe (Eldder); Pablo. Técnico: Nelsinho Baptista.
Salgueiro: Mondragon, Escuro, Maurício, Luís Eduardo e Juninho (Izaldo); Peu, Jaíldo (Fabiano), Alexon (André) e Dadá Belmonte; Néverton e Willian. Técnico: Sérgio China.

Gols: Pablo 8’ e 33’ 2T e Léo Ortiz 29’ 2T
Público: 932 torcedores.

[VIDEO] Sport decepciona e é eliminado pelo Central

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Sport perde para o Central e fica de fora da final do Estadual

*Por Anderson Batista

As partidas como visitante não fizeram bem ao Leão. Em Caruaru, o Sport perdeu para o Central e está fora do Campeonato Pernambucano 2018. O resultado mínimo afasta o time rubro-negro dos gramados até o dia 15/04, quado estreia pelo Brasileirão contra o América/MG fora de casa. Até lá, o foco será reforçar uma equipe que carece de peças de qualidade para um torneio longo como a Série A.

O Jogo

No primeiro tempo, o Sport estava com dificuldades de chegar à frente. Sem um atacante mais incisivo à frente, sofria para levar perigo às metas do Central. Já a Patativa, por sua vez, explorava as jogadas de velocidade, principalmente com Leandro Costa caindo pelos lados. Sport rodou muito a bola, mas não conseguiu infiltrar na defesa do adversário. Esbarrou na boa atuação do sistema defensivo do time caruaruense e nas suas próprias limitações.

A primeira chance de perigo do Leão foi com Índio, na metade da etapa inicial. O Sport passou a criar mais chances de gol, entretanto faltava o capricho da finalização. Pelo lado centralino, a disposição tática foi um fator determinante. Um time bem postado que neutralizou os avanços da equipe leonina.

Segundo Tempo

Para o segundo tempo, Nelsinho Baptista colocou Everton Felipe, na vaga de Índio. O treinador arriscou um atleta que, mesmo sem plenas condições, poderia oferecer um pouco mais de qualidade ofensiva. Apesar dessa substituição, quem foi para frente foi o Central e, aos 14 minutos, após cruzamento na área, uma falha do sistema defensivo rubro-negro deu chance pro gol de Leandro Costa. Central abre o marcador.

O Sport fez as suas últimas modificações. Tirou Neto Moura, para a entrada de Fellipe Bastos, e Sander, para dar lugar a Capa. As mudanças não surtiram efeitos, o time foi afobado, buscando o ataque desorganizadamente. Coube ao mandante ter mais calma e administrar o placar mínimo adquirido ainda no início da etapa final. O Sport ainda teve o volante Fellipe Bastos expulso, após tomar dois cartões amarelos no duelo.

Fim de partida. Central, pela primeira vez, finalista do Campeonato Pernambucano.

Ficha da Partida – Central 1 x 0 Sport

Sport: Magrão; Raul Prata, Ronaldo Alves, Léo Ortiz e Sander (Capa); Anselmo, Neto Moura (Fellipe Bastos) e Gabriel; Thomás, Marlone e Índio (Everton Felipe). Técnico: Nelsinho Baptista.

Central: França; Dudu Gago, Vitão, Danilo Quipapá e Charles; Eduardo Erê, Douglas Carioca (Graxa), Fernando Pires e Júnior Lemos (Issa); Leandro Costa e Itacaré (Lucas Silva). Técnico: Mauro Fernandes.

Local: Luiz Lacerda (Caruaru)
Árbitro: Ricardo Marques (Fifa-MG)
Assistentes: Guilherme Camilo (Fifa-MG) e Neusa Back (Fifa-SC)
Público: 8.530 torcedores

Gol: Leandro Costa, aos 14 minutos do 2º tempo;
Cartões amarelos: Anselmo (SPO); e Eduardo Erê, Douglas Carioca (CEN)
Cartão vermelho: Fellipe Bastos (SPO)

*Anderson Batista colaborou com o site Eu Pratico Sport.

[VIDEO] Sport vence o Santa Cruz e é semifinalista do Campeonato Pernambucano

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Sport vence o Santa Cruz e é semifinalista do Campeonato Pernambucano

*Por Anderson Batista

Foi a melhor atuação do Leão no Campeonato Pernambucano. Justamente em um jogo eliminatório, o Sport se impôs e não deu chances para o Santa Cruz. O resultado de 3×0 aponta para uma partida sólida, ofensiva e defensivamente, do time de Nelsinho Baptista. Nas semifinais, o Sport encara o Central, no agreste pernambucano. O grupo terá dias preciosos para trabalhar até lá.

O Jogo

O jogo começou logo com um gol rubro-negro. Numa bela troca de passes do rubro-negro, Rogério dá uma bela assistência para Marlone abrir o marcador com apenas um minuto de partida. Mesmo com a vantagem, o Leão continuou em cima. E só não ampliou o marcador, por algumas defesas praticadas por Tiago Machowski. O Santa Cruz, por sua vez, teve muitas dificuldades para sair da marcação do Sport e foi uma equipe muito passiva na etapa inicial.

Com a vantagem, o Leão girou bem a bola, errou poucos passes e esperou o adversário propor o jogo, para explorar os contra-ataques. Ofensivamente, a equipe Coral não criou praticamente, sem exigir defesas de Magrão. Em um 4-1-4-1, o Sport teve presença no ataque, e preencheu bem os espaços. No fim da etapa inicial, ainda deu tempo para o segundo. Anselmo recebeu a bola na pequena área e ampliou o placar. Gol do melhor jogador rubro-negro no primeiro tempo.

Segundo Tempo

Partida recomeça com o Santa tentando manter a posse de bola, saindo um pouco mais para o ataque. Ora com Arthur Rezende, ora com Hericles. Porém, as chances foram todas desperdiçadas. Aos 13, um lance que preocupou. Após cobrança de falta do Santa, Magrão chocou-se com a trave e deu vaga a Agenor. Nelsinho ainda colocou Índio, na vaga de Rogério. No momento da saída de Rogério, saiu mais um gol do Sport. No cruzamento, um bate-rebate e o segundo gol de Anselmo, o terceiro do Sport.

Depois do tento, o Santa Cruz acionou Geovane para tentar reagir na partida. Mas não surtiu efeito a modificação de Júnior Rocha. As chegadas do Santa Cruz foram com finalizações fracas, longe de assustar as metas do Sport.

O rubro-negro foi inteligente, segurou o resultado e saiu de campo aplaudido pela boa atuação e classificado. Leão agora, encara o Central na semifinal do Pernambucano, em Caruaru.

*Anderson Batista colaborou com o site Eu Pratico Sport

Em noite de público surpreendente, Sport e Santa Cruz empatam na Ilha

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Em noite de público surpreendente, Sport e Santa Cruz empatam na Ilha

Por Anderson Batista*

Sport e Santa Cruz fizeram jus às alcunhas do Clássico das Multidões. Com todos os fatores adversos, mais de 13 mil torcedores presenciaram o empate em 1×1 entre rubro-negros e tricolores. Resultado final marcou outro duelo entre as equipes para as Quartas de Final, no mesmo palco, com data a ser definida. Desta vez, quem perder está fora da competição. No caso de um empate como aconteceu, teremos pênaltis para decidir a vaga.

Na primeira etapa, o duelo mostrou duas equipes errando muitos passes, num jogo de meio-campo bastante truncado, optando pelas saídas nos lados do campo. Com o passar dos minutos iniciais, o Sport começou a dominar as ações da partida. Não gostando do rendimento inicial de Índio, Nelsinho Baptista o tirou para acionar Thomás, aos 22 minutos. Quatro minutos depois, o meia acertou um belo chute, colocando o Leão em vantagem no marcador. Dedo certeiro do técnico do Sport na mudança.

Após o tento, a partida ficou equilibrada. O Santa Cruz tendo muitas dificuldades na saída de bola, devido à participação ruim de seu setor de criação. Os laterais do time leonino subiam com certa facilidade, em comparação com os do time Coral. O time da Ilha continuou muito superior no jogo, em vários aspectos. Só não contava com a individualidade, no único lance de perigo do adversário na etapa inicial. Aos 40, passe açucarado de Hericles e gol de Fabinho Alves, dando números iguais ao confronto. Ainda deu tempo de Leandro Pereira, perder um gol feito, que seria o tento da virada rubro-negra.

Segundo Tempo

O segundo tempo veio, mas antes dele, um fato lamentável nas arquibancadas do visitante. Um torcedor, por causa de um sinalizador na hora do gol, causou muitos problemas para a polícia e sua própria torcida. Pessoas foram espremidas na grade, houve muito quebra-quebra do patrimônio do Sport, um horror. Várias ambulâncias foram utilizadas para socorrer os torcedores que ali estavam. Mesmo assim, o delegado da partida continuou com a etapa final.

Nela, o Sport continuou com a posse da bola, entretanto encontrou o Santa Cruz mais precavido na marcação. Avançando muito suas linhas, levou perigo às metas de Machowski. O Tricolor, por sua vez, quando tentou sair, esbarrou numa boa recomposição feita pelo sistema defensivo do Leão. Gabriel, Thomás e Neto Moura foram os principais jogadores do time na partida. O Sport dominou e arriscou mais, importante para as próximas partidas.

Ainda houve tempo para mais uma substituição de Nelsinho. A entrada do jovem Mikael, para a saída de Leandro Pereira, vaiado pela torcida. Do meio do tempo final, para o fim, o Leão pressionou. Jogou no campo defensivo do Santa Cruz, mas o placar de igualdade permaneceu. Fim de Jogo: Sport 1 x 1 Santa Cruz.

 *Anderson Batista colaborou com o site Eu Pratico Sport

[COLETIVA] Confira a coletiva de Nelsinho após Sport 4 x 0 Vitória

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[COLETIVA] Confira a coletiva de Nelsinho após Sport 4 x 0 Vitória

Sport quebra invencibilidade do Vitória com sonora goleada

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Sport quebra invencibilidade do Vitória com sonora goleada

O Sport derrubou o último invicto do Campeonato Pernambucano 2018. O Vitória buscava manter a boa fase, mas foi dominado pelo time rubro-negro e acabou goleado. A boa exibição deu sinais de que Nelsinho Baptista está conseguindo impor sua marca e fazer a equipe leonina evoluir. A torcida aprovou e aplaudiu muito ao final da partida.

Primeiro Tempo

O Sport começou o jogo com algumas mudanças significativas de posicionamento. Ao contrário de como vinha jogando nos últimos jogos, Gabriel foi escalado mais centralizado, ao lado de Marlone. Já Rogério, começou o jogo caindo mais na ponta-direita.

A movimentação do esquema ofensivo rubro-negro estava bastante boa, mas não era suficiente para furar a defensiva do time do Vitória, que se limitava apenas a tentar contra-ataques em velocidade. Faltava um pouco mais de verticalidade por parte dos homens de criação do Sport.

Aos 21 minutos, Rogério, peça fundamental nessa movimentação ofensiva do Sport, sentiu dores na parte posterior da coxa e teve de ser substituído por Índio. Aos 26, após cruzamento da esquerda, o jovem atacante tentou ameaçar o gol do adversário numa cabeçada que errou o alvo. Com tanta dificuldade de infiltração, Gabriel arriscou de longe aos 31 e obrigou o goleiro a fazer boa defesa.

Só aos 34 minutos, após cobrança de escanteio de Gabriel, Ronaldo Alves escorou para Anselmo. O capitão do time fez jus aos elogios que vem recebendo nesse início de temporada e mandou para as redes: 1 x 0 pro Leão!

O gol deixou a defesa do Vitória confusa. Aos 38, após jogada de linha de fundo de Índio, o Vitória quase fez um gol contra. A bola esbarrou no zagueiro e saiu por pouco pela linha de fundo. Dois minutos depois, Léo Carioca conseguiu completar a lambança. Num lance banal de bola alçada na área, que poderia facilmente ser defendida pelo goleiro, o lateral se precipitou e cabeceou contra o próprio gol.

Assim, o rubro-negro seguiu para o intervalo com a vantagem de 2 x 0 no placar e quebrou a rotina de receber vaias da torcida.

Segundo Tempo

O Sport começou o segundo tempo mancando a saída de bola adversária com intensidade. Após cruzamento de Sander, Leandro Pereira cabeceou mas acertou a trave. Em seguida, logo aos cinco minutos, Marlone fez boa jogada de linha de fundo e deixou Índio de frente pro gol. O garoto da base não decepcionou e marcou o terceiro do Sport.

Marlone retornou do intervalo realmente mais inspirado. Aos 11 minutos, ele fez bom lançamento para Leandro Pereira, que cortou pra dentro da área e chutou. Valber defendeu e mandou a bola pra escanteio. Aos 14, ele cobrou escanteio na cabeça de Ronaldo Alves, mas o zagueiro mandou fora da meta.

A marcação rubro-negra continuava implacável e o Vitória não conseguia construir jogadas de perigo. Com isso, o Leão manteve a posse de bola e administrou bem o resultado. A bola passava de pé em pé, costurando a defesa adversária. Numa dessas jogadas, aos 22 minutos, Índio chegou à linha de fundo e cruzou para o meio, mas Leandro Pereira chegou atrasado e não conseguiu finalizar.

A partir daí, o Sport diminuiu o ritmo e tentou aproveitar os contra-ataques. Aos 28 minutos, Léo Ortiz roubou uma bola na intermediária rubro-negra e carregou até o ataque. Ele fez bom passe para Índio, mas a finalização esbarrou na boa defesa do goleiro do Vitória.

Aos 33, a boa atuação de Marlone foi coroada com um belo gol. O meia rubro-negro recebeu pela esquerda, conduziu para o meio e bateu forte de fora da área. A bola fez uma curva improvável e morreu no fundo da rede. Golaço que colocou o Sport na liderança do campeonato estadual e deixou a torcida feliz não apenas com a vitória, mas com a boa exibição.

FICHA DO JOGO: SPORT 4 X 0 VITÓRIA-PE

Sport: Magrão, Raul Prata, Ronaldo Alves , Léo Ortiz, Sander (Capa), Anselmo, Neto Moura, Marlone, Gabriel, Rogério (Índio) e Leandro Pereira. Técnico: Nelsinho Baptista.

Vitória: Walber, Felipe, David, Fabinho, Léo Carioca, Wires, Paulo Victor (Ailton), Pedro Ivo, Oliveira, Thomas Anderson (Jonas) e Geovane (Val Paraíba). Técnico: Fernando Lins.

Gols: Anselmo (34’ 1T), Léo Carioca (Contra – 40’ 1T), Índio (5’ 2T) e Marlone (33’ 2T)

Público: 2330 torcedores.

Em uma Ilha “vazia”, Sport vence o América pelo Pernambucano

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Foto: Williams Aguiar / Sport Club do Recife

Numa Ilha “vazia”, Sport vence o América pelo Pernambucano

Por Anderson Batista*

Propondo o jogo e sem sustos, o Sport venceu mais uma pelo Estadual. Em casa, derrotou o América por 2×0 e assumiu a terceira colocação na classificação. O resultado serviu para dar um pouco de confiança aos jogadores para a sequência do campeonato. O destaque do jogo ficou por conta, também, do baixíssimo público que acompanhou  o duelo na Ilha. O Leão agora volta a campo na quarta-feira às 21h45, em Caruaru, onde enfrenta o Belo Jardim.

Como já virou a tônica do rubro-negro na temporada, os principais lances ofensivos surgiram pelas laterais: às vezes com Felipe Rodrigues e auxílio de Gabriel, outras com Sander e ajuda de Marlone. O América, por sua vez, buscou ser eficaz na marcação e finalizou apenas de fora da área. E foi usando essa arma que, aos 16 minutos, o Sport abriu o marcador. Fabrício resolveu arriscar e o goleiro Rhuan aceitou. Fabrício mostrou que sua real posição é no meio-campo do Sport.
Desde o gol, o jogo seguiu com o time leonino investindo em lançamentos e cruzamentos na área. Poucas foram as jogadas trabalhadas pelo meio. Rogério, como um ‘falso 9’, tentou ajudar o ataque de alguma maneira. Em um desses auxílios, serviu Marlone, que mandou para as redes do América. O Sport ampliou o placar aos 29 minutos. Até o fim da primeira etapa, poucas foram as chances criadas.

Segundo tempo

No segundo tempo, o jogo caiu de rendimento e o time de Nelsinho Baptista cometeu muitas faltas. A maioria delas, que deveriam ser evitadas devido ao setor de meio-campo e linha de fundo. O América, por outro lado, até foi mais presente no ataque. Porém pouco assustou o Sport. As substituições do treinador rubro-negro foram mais por questões físicas e de desempenho do que propriamente para promover alguma mudança tática.
A entrada de Neto Moura na vaga de Thallyson deu um gás maior no setor de meio-campo. Já Marlone, saiu com dores e deu a vaga para Thomás. O jovem Índio entrou no lugar de Rogério, que correu muito enquanto esteve em campo. No fim, Neto Moura foi derrubado na área: pênalti. Thomás isolou a cobrança que poderia tornar mais elástica a vitória do Sport.
Fim de Jogo: Sport 2 x 0 América ao som de vaias dos poucos torcedores na Ilha.

*Anderson Batista colaborou com o site Eu Pratico Sport.

Nos pênaltis, Sport é eliminado da Copa do Brasil pelo Ferroviário.

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Foto: Williams Aguiar / Sport Club do Recife

Nos pênaltis, Sport é eliminado da Copa do Brasil pelo Ferroviário.

Por Anderson Batista*

Uma partida surreal. Um jogo que, sem sombra de dúvidas, ficará na mente do torcedor rubro-negro por muito tempo. Em casa, o Sport abriu três gols de vantagem, cedeu o empate e viu o Ferroviário ficar com a vaga, nos pênaltis. Restam agora apenas a disputa do Campeonato Pernambucano e do Campeonato Brasileiro, que começa em Abril. O time rubro-negro volta a campo no domingo às 16h, diante do América, pela 7.ª rodada do Estadual.

Primeiro Tempo

O Sport iniciou a partida marcando o adversário sob pressão. Querendo o ataque, em certos momentos deu espaço ao time cearense, que foi perigoso em duas oportunidades com Valdo Bacabal. O adversário quando tinha a bola, não conseguia superar a defensiva do Leão. Já o Sport buscou os lados do campo para atacar, explorando as bolas alçadas na área. A diferença para as partidas anteriores, foi a boa movimentação imposta pelo ataque leonino.

A primeira metade da etapa inicial reservou um lance lamentável. Após perder um gol feito, Leandro Pereira se chocou com a placa de publicidade e saiu de campo com dores no joelho. Rogério entrou na sua vaga. Quatro minutos depois, o Sport abriu o marcador com Anselmo, que foi oportunista dentro da área. O Sport poderia até ter ido para o intervalo com dois de vantagem, se Marlone não tivesse finalizado mal, no último minuto.

Segundo Tempo

Para o segundo tempo, o Sport não fez nenhuma mudança. O Ferroviário, por sua vez, começou pressionando e Valdeci colocou até uma bola no travessão de Magrão. Mas, após um desses avanços do Ferrão, o Sport encaixou um bom contra-ataque e ampliou o placar. A partir daí, o número de gols perdidos do Leão foi aumentando. Chances com Thomás e Gabriel foram desperdiçadas. Índio, que substituiu Gabriel, também perdeu uma chance clara de gol. Entretanto, após vários gols perdidos, o Sport fez o terceiro. Rogério mandou cruzado pra área e Marlone fez mais um.

Com os três gols de vantagem, parecia que a partida estava resolvida. O time de Nelsinho Baptista ficou sonolento em campo, permitindo os avanços do Ferroviário. Em onze minutos, o time visitante empatou uma partida que, teoricamente, já tinha o seu vencedor. Mazinho, aos 30 e aos 36; e Valdeci, aos 41 minutos da etapa final, marcaram pro Ferrão. Detalhe: todos os gols foram originados de jogadas de linha de fundo. Os cearenses levaram o jogo para a decisão por pênaltis na Ilha do Retiro.

O desfecho trágico

Nas penalidades, as cobranças foram convertidas até o 4×3 para o time adversário. Rogério desperdiçou uma cobrança. Magrão salvou o Sport na cobrança de Mota. Porém, Marlone cobrou o pênalti bisonhamente, decretando o fim da participação leonina na Copa do Brasil, ainda na segunda fase.

*Anderson Batista colaborou com o site Eu Pratico Sport.

Com dois de André, Sport bate o Pesqueira na Ilha

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Foto: Williams Aguiar / Sport Club do Recife

Com dois de André, Sport bate o Pesqueira na Ilha

Por Anderson Batista*

Apresentando um futebol burocrático, o Leão conseguiu a segunda vitória no Pernambucano. Em casa, derrotou o Pesqueira por 2×0. Mesmo com o saldo conquistado, a liderança não veio e o Sport termina a rodada na segunda posição. Pelo Estadual, volta a campo no próximo final de semana, contra o Central, no Lacerdão.

Resumo da Partida

O jogo começou e o Sport logo abriu o marcador aos 7 minutos. Com um belo passe, Neto Moura achou André que, dentro da área, marcou o primeiro do rubro-negro na partida. A partir daí, a produtividade ofensiva caiu. Vimos um time com muita posse de bola, porém, com pouca ação. O Pesqueira não se arriscava, tendo uma postura mais defensiva indo poucas vezes à frente. Porém, as poucas chances que criou no jogo levaram um certo susto às metas leoninas.

O Pesqueira foi obrigado a substituir duas vezes na primeira etapa. Uma por opção do técnico Lima, outra por necessidade. Teve como destaque na etapa, o atacante Luciano Grafite, com boas chegadas. Em uma delas, acertou a trave de Magrão. Já o Sport cometeu muitas faltas, principalmente com o zagueiro Henríquez. Infrações estas que poderiam ser evitadas, caso o colombiano abordasse o lance com um pouco mais de calma.

Segunda Etapa

No segundo tempo, as faltas persistiram e o Pesqueira aparentou que começaria em cima. Apenas uma impressão! Aos 11 minutos, num erro da defesa pesqueirense, André ampliou a vantagem do Sport. Após o tento, o mesmo estigma do primeiro tempo de partida: sem produtividade na frente. Chegava apenas nas tabelas entre Neto Moura e André, por sinal, os melhores em campo pelo lado vermelho e preto.

Sentindo o cansaço perto do fim, o Pesqueira pouco assustou o time leonino. Nelsinho Baptista ainda promoveu as entradas de Juninho, Thomás e Lenis, pensando em marcar mais gols. Entretanto, o placar não se alterou até o último apito de Nielson Nogueira Dias. Fim de jogo na Ilha: Sport 2 x 0 Pesqueira.

*Anderson Batista colaborou com o site Eu Pratico Sport.

[Opinião] “Que clássico é esse?”

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clássico

Será que ainda é mesmo possível chamar o “clássico dos clássicos” de clássico?

 

 

A definição de clássico subentende rivalidade, mas não só isso. Tradição e história também estão envolvidos no conceito. Quanto a isso não há o que se questionar, pois Sport e Náutico são clubes tradicionais, com histórias riquíssimas e a rivalidade da torcida está evidente nas ruas do Recife.

Mas pra ser um clássico, a disputa deve também ser equilibrada, um jogo entre iguais ou pelo menos semelhantes, cujo resultado seja completamente inesperado. Esse cenário de equilíbrio já existiu, mas há alguns anos já não se observa mais. O histórico do confronto vem, ano após ano, criando um vácuo entre os dois clubes e o equilíbrio típico dos clássicos ficou lá no distante século XX.

Desequilíbrio recente

Hoje, a cada 10 partidas disputadas entre Sport e Náutico, o time da Rosa e Silva vai ganhar dois, no máximo. Isso quem diz não sou eu, mas os resultados dos últimos 5 anos. Pelo estadual, de 2012 pra cá, foram 17 confrontos e apenas 3 vitórias do Timbu.

O desequilíbrio pró-Sport se intensifica ainda mais se levarmos em conta fatores extracampo. O enorme abismo que separa as folhas salariais dos dois rivais é gritante e já foi alvo de análise por toda a imprensa esportiva pernambucana. Não falamos de uma folha duas ou três vezes maior, mas de DEZESSETE vezes maior.

Isso significa que o salário do elenco atual do Náutico está abaixo de clubes como América-RN, CRB-AL ou Sampaio Correa-MA, chegando a patamares de clubes do interior como Salgueiro ou Confiança-SE. Não é à toa, portanto, que os sites de apostas dão amplo favoritismo ao Sport. Pra eles, a camisa pesa muito menos que os scouts e os investimentos.

Sansão x Golias

A minha análise segue na mesma linha. Acredito que jogar contra o Náutico não tem o mesmo peso de jogar contra o Afogados ou Belo Jardim, mas tampouco encaro o clube alvirrubro como antigamente. Os tempos de duelos homéricos no Estádio dos Aflitos lotado ficaram pra trás. Hoje, o roteiro dessa partida é previsível. Um time grande contra um time pequeno, jogando em campo neutro. O pequeno escolherá ficar encurralado na defesa, esperando um contra-ataque certeiro. O grande vai pressionar pelo resultado, jogando contra o relógio.

Sorte nossa que o futebol ainda preserva o elemento surpresa, o inusitado. Como cantava Sérgio Ricardo, sempre pode aparecer um novo “beto bom de bola” que vai contrariar os analistas. Pro nosso bem, essa minha análise ainda pode estar errada!

Opinião: “Eu errei!”

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Nunca estive tão feliz por ter errado nessa vida!

 

Errei

Eu errei! Mas o Sport é como Jason, ele nunca morre! (Fotos: Reprodução Internet)

 

 

Há algum tempo, logo após a derrota que sofremos diante do Atlético-GO, eu errei. Errei feio! Eu declarei algo que jamais poderia ter sido declarado quando se trata do Sport Club do Recife. Eu disse que não acreditava mais na permanência na Série A.

Eu tinha lá meus motivos pra desacreditar do time, mas apesar de muitos torcedores dizerem que não se deve nunca duvidar do Sport, eu duvidei. Ainda bem que eu estava errado! Ainda bem que o Sport conseguiu um milagre e venceu três jogos seguidos. Na reta final, os mesmos jogadores que estavam desmotivados e sem garra, ressurgiram das cinzas e jogaram futebol.

As três últimas partidas do Sport na Série A desse ano foram dignas da grandeza do clube. Se houvesse ocorrido mais exibições como aquelas no segundo turno, hoje certamente estaríamos comprando passagens pros jogos da Libertadores. Mas enfim, os erros cometidos não se mudam, apenas se lamentam. O máximo que posso fazer hoje é pedir desculpas à grandeza do Sport e admitir que errei.

 

Quem mais errou no Sport?

 

O fim de ano é a hora de olhar pra trás e verificar seus erros. Isso vale também pra toda a diretoria de futebol do Sport. Vale pra cada membro da comissão técnica. Vale pros jogadores do elenco profissional. E vale pra quem representa o clube como um todo, o próprio presidente. Os erros de Arnaldo Barros não foram poucos e foram bem mais graves que o meu. Por muito pouco, seus erros não nos jogaram de volta no abismo da Série B.

Por isso, Sr. Presidente, eu lhe peço encarecidamente que pratique o mesmo exercício que eu acabei de fazer. Admita que errou, não se esconda e faça mudanças para que o erro não aconteça de novo. Eu sei que, assim como eu, os diretores só pensam no melhor para o Sport. Mas às vezes, não é o suficiente.

Às vezes, o melhor pedido de desculpas é mesmo a separação. Como aconteceu com Elvis e Priscilla, lembra?

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