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[Zero lesões] Sport é o único clube da Série A com departamento médico vazio

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O NEPRE faz um belo trabalho para o futebol. (Foto: Williams Aguiar/Sport)

 

Por Mateus Schuler*

Em meio à parada à Copa do Mundo 2018, alguns dos times que estão na Série A estão sem partidas oficiais. O Sport, por exemplo, deu folga de dez dias ao elenco para voltar a todo gás durante a intertemporada.

De acordo com levantamento feito através do portal GloboEsporte.com, o Leão é o único com departamento médico vazio. Ou seja, nenhum atleta está lesionado, fazendo o técnico Claudinei Oliveira ter todo o grupo à disposição para a sequência do certame.

Boa condição do NEPRE faz departamento médico do Leão ser único na Série A sem jogadores (Foto: Williams Aguiar/Sport)

 

Por envolver outras áreas, o diretor médico Cléber Maciel destaca os investimentos do clube para um trabalho multidisciplinar: “O êxito se deve a um trabalho multidisciplinar e completamente desprovido de vaidades. O projeto iniciou em 2015, com a reformulação da parte física. Melhoramos a fisioterapia, a fisiologia e o que era bom da parte médica”, declarou o doutor.

O maior dos fatores é a evolução no Núcleo de Excelência, Prevenção e Reabilitação no Esporte (NEPRE), que funciona no CT José Médicis. Assim como o DM, o NEPRE integra também Fisioterapia, Fisiologia, Nutrição e Preparação Física, com destaque para os aparelhos isocinético e recuperação, laboratório de biomecânica, academia de musculação, estúdio de pilates e piscina de crioterapia.

 

*Mateus Schuler colaborou com o site Eu Pratico Sport

 

[Gramado] Sport promove reforma durante parada da Copa

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Período sem jogos foi escolhido pelo clube para execução da reforma (Foto: Williams Aguiar/Sport)

 

Por Mateus Schuler*

 

A Copa do Mundo está rolando na Rússia e, com isso, o Campeonato Brasileiro está sem atividades. O Sport, por exemplo, deu dez dias – de folga – desde a última quinta-feira (14) ao elenco.

Restando 25 dias para voltar a atuar na Ilha do Retiro, o Leão aproveita a pausa para dar cara nova ao gramado. Criticado não apenas pela torcida, o campo de jogo será alterado, já que aproximadamente 3.000m² de grama estavam danificados.

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Seis funcionários da Green Leaf, que presta serviços desde julho de 2018 ao clube, são responsáveis pela manutenção, iniciada na segunda-feira (18). Gerente de Operações, Marília Bechara justifica o período escolhido para a obra.

“Desde o ano passado que queríamos fazer um trabalho mais profundo como esse. No entanto, não encontrávamos uma brecha no calendário para o serviço. Com a pausa para a Copa, achamos o tempo necessário para fazer a recuperação das áreas danificadas. O gramado vai estar visualmente bonito e em condições perfeitas para que a bola role. Esse é um compromisso da Green Leaf com o Sport”, comentou ao site oficial.

Mateus Schuler colaborou com o site Eu Pratico Sport. 

Sport próximo de acerto com lateral-esquerdo Jean, do Tubarão

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Jean, se fechar com o rubro-negro pernambucano, virá para reforçar a lateral-esquerda na sequência do Brasileirão (Foto:  C.A Tubarão)

 

Por Matheus Schuler*

Conforme informado no Twitter do repórter Alessandro Matias, o Sport está próximo de acertar mais uma contratação para o Campeonato Brasileiro 2018. Trata-se do lateral-esquerdo Jean, do Tubarão-SC, que está disputando a Série D em busca de acesso à Série C.

Um dos destaques do time catarinense na temporada, o atleta mostra regularidade e boas atuações em 2018. Até o momento, foi a campo em 24 vezes e não marcou gols. No entanto, deu cinco assistências, sendo uma na Copa do Brasil e as demais pela D.

Indicação do técnico Claudinei Oliveira, que tentou contratar ele em outra oportunidade, o lateral tenta despontar no cenário nacional. Antes do Peixe, o jogador de 23 anos atuou também no Formosa-DF, Novo Horizonte-GO, CRAC-GO e Paysandu.

Com características semelhantes as do hoje titular Sander, Jean será uma aposta no setor. O elenco leonino conta, ainda, com o jovem da base Evandro para desempenhar tal função, além de Raul Prata improvisado.

Matheus Schuler* colaborou com o site Eu Pratico Sport. 

[Resenha] O bosquejo das Copas – Parte II

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(Imagem: divulgação/FIFA)

 

Por Henrique Santos*

 

1982 – Itália

A primeira grande surpresa aconteceu nesta Copa. Espanha (donos da casa), Alemanha, Brasil e os atuais campeões argentinos eram apontados como grandes favoritos, com a ausência da Holanda. A Itália vivia um período conturbado por escândalos de compra de resultados, porém, durante a Copa a Itália fez uma primeira fase impressionante, empatando as 3 partidas contra Polônia, Peru e Camarões. Porém, conseguiu se classificar, caindo no grupo com Brasil e Argentina. Nesse triangular a Itália se transformou e venceu Argentina e Brasil de forma espetacular, com futebol surpreendente. Vale destacar que em momento algum esteve perdendo um jogo. Sempre esteve à frente no placar ou empatando. Feito esse que se repetiu até a final. A Itália vence e convence contra Polônia na semifinal por 2×0 e contra a Alemanha Ocidental na final por 3×1, após abrir um 3×0.

1986 – Argentina

Na era Maradona, jogando no continente americano, Argentina, Alemanha, Itália e Brasil foram apontados como grandes favoritos. França que chegava como campeã europeia e olímpica também viria forte. Nesta Copa, iniciou-se uma sequência de finais entre Alemanha Ocidental e Argentina, absolutamente equilibradas. A Argentina levou a melhor nessa Copa, que não teve surpresa na final, mas teve a surpreendente 1ª geração belga chegando à semifinal, sendo superada pelos campeões.

1990 – Alemanha Ocidental

A revanche. Assim foi apontada a final desta Copa na Itália, que mais uma vez teve como favoritos Argentina, Alemanha Ocidental, Itália e Brasil. A Holanda era a atual campeã europeia, porém decepcionou.

Na final, a Alemanha Ocidental deu o troco nos argentinos, jogando em continente europeu, levou a melhor e conquistou seu tricampeonato, igualando-se a Itália e Brasil.

1994 – Brasil

Nesta Copa, mais uma vez Alemanha, Brasil, Itália e Argentina chegam com vantagens. Argentina vinha de um título da Copa América. A Dinamarca surpreendera a Alemanha (já unificada) na Eurocopa de 1992.

Final sem grandes surpresas, Brasil x Itália fizeram um jogo fraco tecnicamente nos Estados Unidos, e nos pênaltis a rigidez tática e física de Parreira prevaleceu e nos pênaltis o Brasil conquistava seu sonhado tetracampeonato após 24 anos de jejum.

1998 – França

Jogando em casa, após um ótimo período na década de 80 com títulos europeu e olímpico, a França de Zidane foi apontada como possível favorita, ao lado de Brasil, Alemanha e Argentina. A Itália estava enfraquecida e vinha de fracassos no campeonato europeu e nas olimpíadas, onde foram lanternas do grupo.

Na esperada final entre Brasil x França, os donos da casa massacraram o Brasil e levaram o primeiro título.

2002 – Brasil

França (campeã do mundo e europeia), Brasil, Argentina e Alemanha eram as grandes favoritas. França e Argentina foram eliminadas logo na 1ª fase, enquanto que Brasil e Alemanha chegaram até a final. Brasil com Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho levou a melhor.

2006 – Itália

Brasil foi apontado como o grande favorito para esta Copa, ao lado dos donos da casa, a Alemanha por natureza. Argentina, campeã olímpica em 2004, viria com força. Mas a surpreendente Itália conseguiu um chaveamento favorável até a semifinal contra Austrália e a estreante Ucrânia. Na semifinal, eliminou a Alemanha na prorrogação, e na final, a França tornara-se favorita, após eliminar Espanha, Brasil e Portugal, porém, após atuação brilhante de Buffon, a Itália superou a França nos pênaltis, e pela segunda vez, a segunda envolvendo a Itália, uma Copa do Mundo foi decidida nos pênaltis.

2010 – Espanha

Base formada por Barcelona e Real Madrid, que despontavam como dois dos maiores times do planeta, a Espanha deixou de lado a fama de sempre decepcionar para chegar com status de favorita como campeã europeia, ao lado de Brasil campeão da Copa América e de Argentina, que tinha a base campeã olímpica e o melhor jogador do mundo Messi. Alemanha corria por fora. A atual campeã Itália não era considerada favorita, fato esse confirmado com os italianos eliminados na 1ª fase sendo lanterna de seu grupo que tinha Paraguai, Eslováquia e Nova Zelândia.

A surpreendente Holanda foi ganhando forma durante a Copa e chegou à final com incríveis 6 vitórias em 6 partidas, sem prorrogação, inclusive contra o Brasil nas quartas-de-final. A Espanha fez valer seu favoritismo e a geração de Iniesta, autor do gol do título, finalmente levantava uma Copa do Mundo.

2014 – Alemanha

Brasil (donos da casa), Espanha, Alemanha e Argentina foram apontadas como grandes favoritas para a Copa. Uruguai corria por fora. Dentro das quatro linhas, o que se viu foi a Espanha tomar um passeio e ser eliminada na 1ª fase, com direito a uma goleada sofrida por 5×1 de seu vice-campeão de 2010 logo na estreia.

Brasil, Alemanha e Argentina foram avançando, juntamente com a Holanda e chegaram às semifinais. Alemanha já mostrara um futebol bastante convincente o que a apontava como grande adversária do Brasil na luta pelo título. Fato confirmado na fatídica semifinal do Mineirão, na qual os alemães humilharam os brasileiros vencendo por 7×1.  Na outra semifinal, a Argentina eliminou a Holanda nos pênaltis. Na final, o favoritismo alemão se comprovou, com os europeus vencendo uma copa na América pela 1ª vez na história.

2018 – Quem vencerá essa disputa? Quem dançará o pagode russo ao final da Copa?

Na Copa da Rússia, Brasil e Alemanha chegam como os grandes favoritos. Um pouco abaixo, Argentina, França e Espanha também chegam com possibilidades reais. Destaca-se a ausência da Holanda (3º lugar em 2014) e da Itália, que confirma a decadência técnica a partir de 1994, com o ponto fora da curva em 2006.

Henrique Santos* é servidor público e mora em Brasília/DF.

[Torneio de Nova York -1963] Sport empata com West Ham de Bobby Moore

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(Foto: Reprodução/Acervo Carlos Celso Cordeiro)

 

Por Mateus Schuler*

Nesta segunda-feira (18), mais seis seleções – as penúltimas – realizaram o primeiro jogo pela Copa do Mundo de 2018. Pelo Grupo F, Suécia 1×0 Coreia do Sul, enquanto que no Grupo G ocorreram Bélgica 3×0 Panamá e Tunísia 1×2 Inglaterra.

Há 55 anos, porém, o Sport foi aos Estados Unidos como uma das equipes convidadas para o Torneio de Nova York. Após ser desclassificado nas semifinais pelo Santos – de Pelé – no ano anterior, o Leão representou o Brasil no torneio internacional.

Em 26 de junho, o adversário na última rodada do certame foi o – campeão – West Ham. À época, os ingleses tinham em seu elenco nomes como Bobby Moore, Martin Peters e Geoff Hurst, campeões da Copa de 1966.

Comandados por Palmeira, os rubro-negros empataram por 1 a 1, com gol de Garrinchinha, e foram a campo no 4-2-4 com: Dirceu; Baixa, Alemão, Tomires e Juths; Leduar e Bentancor; Garrinchinha, Adelmo, Abílio e Djalma Freitas.

Mateus Schuler* colaborou com o site Eu Pratico Sport. 

[Resenha] O bosquejo das Copas – Parte I

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(Imagem: divulgação/FIFA)

 

Por Henrique Santos*

 

1930 – Uruguai

Campeão olímpico em 1924 e 1928, O Uruguai era apontado como grande favorito para essa copa. Jogando em casa, confirmou o seu favoritismo contra o país arquirrival do outro lado do rio.

1934 – Itália

Sem o Uruguai na disputa, e jogando em casa, a Itália foi uma das favoritas no torneio. A Itália acabou campeã olímpica em 1936, mantendo a base para 1938.

1938 – Itália

Mesmo jogando na França, mais uma vez sem a presença do Uruguai, a Itália chegou como favorita na Copa. Campeã do mundial anterior e atual campeã olímpica, conseguiu o bicampeonato mundial.

1950 – Uruguai

O grande favorito era o Brasil, mas o Uruguai estava de volta à Copa. Chegou também bem forte para a disputa, principalmente pela ausência da Argentina, que vinha forte nas edições da Copa América anteriores. Num grande clássico sul-americano, o Maracanazzo não foi tão surpreendente assim.

1954 – Alemanha

A Hungria tinha a melhor seleção da Copa. Campeã olímpica de 1952, tinha craques como Puskás. Uruguai era outro favorito. Mas ali surgia a competitiva Alemanha, que se transformou em favorito durante a disputa da Copa e que iniciou sua história nas Copas justamente nessa competição. A Hungria talvez seja a seleção mais favorita da história a não vencer a Copa. Mas a Alemanha fez uma Copa brilhante, goleando na semifinal por 6×1 a seleção austríaca. Já havia aplicado 4×1 na Turquia e depois 7×2 no mesmo adversário. Na final, virou o jogo para 3×2, depois de estar perdendo por 2×0 da forte Hungria. A Áustria veio a vencer a disputa de 3º lugar contra a forte Uruguai por 3×1, o que ratifica a força alemã.

1958 – Brasil

Com o surgimento dos garotos Pelé e Garrincha, e sem a presença de Itália e Uruguai na Copa, Alemanha, Suécia (donos da casa) e Brasil foram apontados como os grandes favoritos para a Copa. A Hungria perdera seus principais jogadores (entre eles Puskás), refugiados da grande guerra húngara de 1956, e foi bastante enfraquecida. União Soviética era outra favorita, tendo em vista a medalha de ouro olímpica de 1956, mas não passou das quartas-de-final, eliminada pela dona da casa. No fim, Brasil confirmou suas grandes exibições com o título merecido e se tornou o primeiro país a vencer uma Copa do Mundo fora de seu continente, feito esse que só voltaria a ocorrer em 2002, com o próprio Brasil vencendo na Ásia.

1962 – Brasil

Mantendo a base campeã de 1958, e jogando na América do Sul, o Brasil chegou ao Chile com status de favorito. A Iugoslávia, campeã olímpica de 1960 e vice-campeã europeia no mesmo ano também chegou bastante forte. A União Soviética, campeã europeia mais uma vez chegou favorita e novamente eliminada pelos donos da casa nas quartas-de-final. Tchecoslováquia surpreendeu a Iugoslávia na semifinal, chegando à final contra o Brasil, que confirmou seu favoritismo.

1966 – Inglaterra

Jogando em casa e uma das potências do futebol mundial, os Ingleses foram considerados um dos favoritos ao lado da Alemanha Ocidental e dos atuais bicampeões mundiais, o Brasil. A Hungria conquistara um bicampeonato olímpico imediatamente antes e depois daquela Copa e também chegava bastante forte. Portugal de Eusébio também chegara bastante forte. Na final, com arbitragem controversa, a Inglaterra fez 4×2 na Alemanha Ocidental.

1970 – Brasil

Brasil, ainda contando com Pelé, chegou ao México com status de grandes favoritos, ao lado da Inglaterra, atual campeão, da Itália, que fora campeã europeia 2 anos antes, e a sempre forte Alemanha Ocidental, que acabou campeã europeia em 1972. Uruguai, campeão sul-americano, também tinha um certo favoritismo. Na final, com exibição de gala de Pelé e companhia, o Brasil goleou a Itália e confirmou seu favoritismo na Copa disputada em seu continente.

1974 – Alemanha Ocidental

Jogando em casa, a Alemanha Ocidental de Franz Beckenbauer, campeã europeia de 1972, era apontada como uma das grandes favoritas para a Copa, ao lado de Brasil e do revolucionário carrossel holandês, que tinha como base os campeões da Champions League em sequência Feyenoord e Ajax (3). Numa final bastante equilibrada, os donos da casa vencem a Holanda de virada por 2×1.

1978 – Argentina

Jogando em casa, a Argentina tinha como força um grupo focado e incentivado pelo regime militar em vigor no país. Apesar de ser apontado como um dos favoritos por jogar em casa e ter na bagagem a hegemonia de conquistas na Copa América (12 contra 10 uruguaios na época), a Holanda chegara mais uma vez com status de favoritos, além de Brasil e Alemanha Ocidental, que já eram consolidados nas Copas e tinham grandes seleções na época. A base alemã ocidental havia sido vice-campeã europeia em 1976 e se tornaria campeã europeia em 1980. Na final, sem surpresas Argentina e Holanda duelaram, com os donos da casa levando vantagem.

Henrique Santos* é servidor público e mora em Brasília/DF.

[Copa no Brasil] Camisas do Sport homenagearam seleções do México e da Alemanha

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(Foto: Alessandro Matias/Eu Pratico Sport)

 

Por Mateus Schuler*

 

O domingo (17) marcou a estreia de mais seis seleções, incluindo o Brasil, que empatou com a Suíça por 1 a 1. No outro duelo do Grupo E, a Sérvia foi mais efetiva e venceu a Costa Rica por 1 a 0. No Grupo F, no entanto, o México surpreendeu a atual campeã Alemanha pelo placar mínimo.

Em 2014, na Copa do Mundo no Brasil, o Sport homenageou alemães, Japoneses, brasileiros e mexicanos com uniformes personalizados. Além disso, os rubro-negros tiveram alguns amistosos disputados.

(Foto: Alessandro Matias/Eu Pratico Sport)

Dois anos depois, entretanto, o Leão teve no elenco um atleta costarriquenho. Convocado ao Mundial, o lateral/meia Rodney Wallace vai ser o único jogador com passagem pelo clube para disputar a competição.

[Excursão à Europa] Técnico Dante Bianchi e Sport fazem história

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(Foto: Reprodução/Diário de Pernambuco)

 

Por Mateus Schuler*

O sábado (16) foi recheado de jogos na Copa do Mundo 2018. Foram quatro confrontos, com dois grupos realizando assim a 1ª rodada: França 2×1 Austrália, Argentina 1×1 Islândia, Peru 0x1 Dinamarca e Croácia 2×0 Nigéria.

Em 1957, o Sport fez excursão à Europa e ao Oriente Médio. Na oportunidade, o treinador era o argentino Dante Bianchi, que conquistou a 5ª colocação da Taça Brasil em 1959, melhor campanha do clube na história em torneios nacionais antes de conquistar o Brasileiro de 1987.

Nessa mesma viagem, encarou o Stade de Reims, campeão do Francês na temporada e vice da Uefa Champions League em duas ocasiões. O Leão, porém, foi derrotado por 6 a 2, com os gols de honra sendo marcados por Naninho e Eliezer. Bianchi escalou o time com: Manga (Carijó); Pinheirense e Servílio (Pedro Matos); Osvaldinho, Zé Maria e Rubens; Traçaia, Naninho, Dario (China), Soca e Geo (Eliezer). O curioso é que Just Fontaine, maior artilheiro em uma única edição de Copa do Mundo com 13 tentos justo no ano seguinte, marcou dois dos seis naquele jogo.

Em solo peruano, entretanto, a primeira vitória dos leoninos na Copa Libertadores da América. Em 22 de julho de 1988, diante do Alianza Lima, um golaço do lateral-direito Betão – de falta – deu triunfo pelo placar mínimo. Na ocasião, sob comando de José Amaral, a equipe foi a campo com: Flávio; Betão, Aílton, Marco Antônio e Wágner Tadeu; Dinho, Ribamar e Robertinho; Augusto, Neco e Edson.

Mateus Schuler* colaborou com o site Eu Pratico Sport. 

 

[Marcas históricas] Bentancor, vitória sobre Sporting Lisboa e refletores do Real Madrid

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(Foto: Jornal ABC)

 

Por Mateus Schuler*

 

A Copa do Mundo 2018 seguiu nesta sexta-feira (14), com três confrontos – Egito 0x1 Uruguai, Marrocos 0x1 Irã e Portugal 3×3 Espanha em disputa. Os jogos foram válidos pelos grupos A e B.

Em toda a história, o Sport teve amistosos memoráveis contra times portugueses e espanhóis na década de 50. Além disso, o uruguaio Raúl Bentancor foi um dos que teve reconhecimento na Praça da Bandeira.

Em 27 de julho de 1952, o Leão duelou com o Sporting Lisboa na Ilha do Retiro. Os leoninos ignoraram qualquer rótulo dos lusitanos e somaram a primeira vitória sobre europeus ao bater por 2 a 1, com gols de Jorge de Castro e Franklin. Na ocasião, a escalação foi: Peter; Mourão e Diogo; Bria, Zé Maria e Miguel; Jorge de Castro, Franklin, Herculano, Zildo (Ananias) e Paulo Isidro.

A noite de 18 de maio de 1957, mesmo sem vitória, entrou no rol de partidas marcantes. Ante o Real Madrid, que se preparou para o bicampeonato da Uefa Champions League, inaugurou os refletores do Santiago Bernabéu vencendo os rubro-negros por 5 a 3.

Os tentos dos pernambucanos foram assinalados por Traçaia, Naninho e Eliezer. Comandado pelo argentino Dante Bianchi, o time foi a campo com: Carijó; Bria e Servílio; Osvaldinho, Pinheirense e Rubens; Traçaia, Naninho, Ilo Caldas, Soca e Geo (Eliezer).

Mateus Schuler* colaborou com o site Eu Pratico Sport. 

Sport x Dínamo Moscou, um grande amistoso em 1971

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Por Matheus Schuler*

A Copa do Mundo 2018 teve o pontapé inicial nesta quinta-feira (14), com a anfitriã Rússia vencendo a Arábia Saudita por 5 a 0. O Sport, por outro lado, entrou em recesso de dez dias, já que o Campeonato Brasileiro retorna apenas em julho.

Brasão do Sport (Arte: Sport Clube do Recife)

Em 1971, porém, o Leão fez um amistoso na Ilha do Retiro com o Dínamo Moscou. Em 21 de novembro, as equipes ficaram no empate em 1 a 1, sendo esse o único confronto diante de russos.

Contra sauditas, entretanto, os rubro-negros nunca duelaram. Os leoninos realizaram jogos, inclusive, em diversos países ao longo do tempo, com alguns sendo relembrados durante o período sem treinos do Sport.

Yashin, considerado maior goleiro da história, defendeu o Dínamo até 1970 (Foto: Getty Images)

O Dínamo ficou conhecido pelo mundo por ter sido o time onde o goleiro Lev Yashin atuou. Um dos maiores da história em sua posição, o “Aranha Negra” se aposentou em 1970, um ano antes do seu clube vir jogar em solos pernambucanos.

Matheus Schuler colaborou com o site Eu Pratico Sport.

Sport finaliza preparação para enfrentar Grêmio

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Por Mateus Schuler*
O Sport está praticamente pronto para a última rodada antes da parada à Copa do Mundo. O Leão, que vai enfrentar o Grêmio às 19h30 dessa quarta-feira (13), deve ter apenas uma mudança em relação à equipe que foi derrotada pelo Vasco no fim de semana.
Mailson é a única mudança no time de Claudinei Oliveira. (Foto: Williams Aguiar/Sport)

Sem contar com Magrão, que vai cumprir a suspensão automática pelo terceiro cartão amarelo, Claudinei Oliveira promove Maílson entre os 11. O goleiro cria da base volta a ser opção após sete rodadas, atuando em três jogos no Campeonato Brasileiro.

Na tarde desta terça-feira (12), o elenco dos rubro-negros realizou o último treinamento. A atividade, no CT José Médicis, focou nas bolas parada e no posicionamento defensivo para corrigir eventuais erros.

Ao término da movimentação, o meia Michel Bastos conversou separadamente junto ao técnico. Há possibilidade do atleta ser uma surpresa na escalação, já que vem atuando bem ao ser acionado e está motivado para a possível titularidade.

Mateus Schuler colaborou com o site Eu Pratico Sport. 

[Brasileirão] Com “um time” de desfalques, Grêmio encara o Sport

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(Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)

Por Anderson Batista*

O tricolor gaúcho já está em solo pernambucano para o último compromisso antes da parada da Copa do Mundo. Depois da vitória contra o América/MG, o Grêmio chegou entre os primeiros colocados do campeonato brasileiro. No entanto, Renato Gaúcho tem problemas para a montagem do time principal. E não é apenas para esse jogo, o time de Porto Alegre vem de dez partidas em sequência com formações diferentes em campo.

As broncas com o elenco vêm acontecendo por causa da disputa três competições simultaneamente: Copa do Brasil, Taça Libertadores e Campeonato Brasileiro. Mesmo com um elenco recheado de boas opções, a repetição de times titulares é inviável por inúmeros fatores: grau de importância em determinados jogos, sequência de partidas entre meios e fins de semana e a convocação para amistosos de seleções. A parada do Mundial será importantíssima para o Grêmio.

Um time de desfalques

Amanhã, onze atletas não enfrentam o Leão na Ilha. São eles: Pedro Geromel (seleção brasileira), Kannemann (desgaste muscular), Marcelo Oliveira (lesão muscular), Maicon (problema na panturrilha), Michel (lesão na coxa direita), Jaílson (acertando com o Santos), Luan (preservado), Alisson (lesão na coxa esquerda), Maicosuel (amigdalite), Everton (suspenso) e Hernane (pancada sofrida nos treinos). Ainda há uma dúvida sobre a condição física do volante Ramiro.

Embora o esfacelamento, o provável Grêmio deve ser montado com: Marcelo Grohe; Léo Moura, Paulo Miranda, Bressan e Bruno Cortêz; Cícero, Arthur, Lima, Thonny Anderson e Thaciano; André. Sport e Grêmio duelam às 19h30, pela décima segunda rodada do Brasileirão. Ricardo Marques Ribeiro (FIFA-MG) apita o jogo; Guilherme Dias Camilo (FIFA-MG) e Sidmar dos Santos Meurer (CBF-MG) são os assistentes.

Anderson Batista* é radialista e colaborou com o site Eu Pratico Sport. 

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