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[Eu Pratico Sport TV] Guilherme Beltrão: “O dinheiro está na conta dos jogadores!”

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[Zero lesões] Sport é o único clube da Série A com departamento médico vazio

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O NEPRE faz um belo trabalho para o futebol. (Foto: Williams Aguiar/Sport)

 

Por Mateus Schuler*

Em meio à parada à Copa do Mundo 2018, alguns dos times que estão na Série A estão sem partidas oficiais. O Sport, por exemplo, deu folga de dez dias ao elenco para voltar a todo gás durante a intertemporada.

De acordo com levantamento feito através do portal GloboEsporte.com, o Leão é o único com departamento médico vazio. Ou seja, nenhum atleta está lesionado, fazendo o técnico Claudinei Oliveira ter todo o grupo à disposição para a sequência do certame.

Boa condição do NEPRE faz departamento médico do Leão ser único na Série A sem jogadores (Foto: Williams Aguiar/Sport)

 

Por envolver outras áreas, o diretor médico Cléber Maciel destaca os investimentos do clube para um trabalho multidisciplinar: “O êxito se deve a um trabalho multidisciplinar e completamente desprovido de vaidades. O projeto iniciou em 2015, com a reformulação da parte física. Melhoramos a fisioterapia, a fisiologia e o que era bom da parte médica”, declarou o doutor.

O maior dos fatores é a evolução no Núcleo de Excelência, Prevenção e Reabilitação no Esporte (NEPRE), que funciona no CT José Médicis. Assim como o DM, o NEPRE integra também Fisioterapia, Fisiologia, Nutrição e Preparação Física, com destaque para os aparelhos isocinético e recuperação, laboratório de biomecânica, academia de musculação, estúdio de pilates e piscina de crioterapia.

 

*Mateus Schuler colaborou com o site Eu Pratico Sport

 

[Resenha] O bosquejo das Copas – Parte II

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(Imagem: divulgação/FIFA)

 

Por Henrique Santos*

 

1982 – Itália

A primeira grande surpresa aconteceu nesta Copa. Espanha (donos da casa), Alemanha, Brasil e os atuais campeões argentinos eram apontados como grandes favoritos, com a ausência da Holanda. A Itália vivia um período conturbado por escândalos de compra de resultados, porém, durante a Copa a Itália fez uma primeira fase impressionante, empatando as 3 partidas contra Polônia, Peru e Camarões. Porém, conseguiu se classificar, caindo no grupo com Brasil e Argentina. Nesse triangular a Itália se transformou e venceu Argentina e Brasil de forma espetacular, com futebol surpreendente. Vale destacar que em momento algum esteve perdendo um jogo. Sempre esteve à frente no placar ou empatando. Feito esse que se repetiu até a final. A Itália vence e convence contra Polônia na semifinal por 2×0 e contra a Alemanha Ocidental na final por 3×1, após abrir um 3×0.

1986 – Argentina

Na era Maradona, jogando no continente americano, Argentina, Alemanha, Itália e Brasil foram apontados como grandes favoritos. França que chegava como campeã europeia e olímpica também viria forte. Nesta Copa, iniciou-se uma sequência de finais entre Alemanha Ocidental e Argentina, absolutamente equilibradas. A Argentina levou a melhor nessa Copa, que não teve surpresa na final, mas teve a surpreendente 1ª geração belga chegando à semifinal, sendo superada pelos campeões.

1990 – Alemanha Ocidental

A revanche. Assim foi apontada a final desta Copa na Itália, que mais uma vez teve como favoritos Argentina, Alemanha Ocidental, Itália e Brasil. A Holanda era a atual campeã europeia, porém decepcionou.

Na final, a Alemanha Ocidental deu o troco nos argentinos, jogando em continente europeu, levou a melhor e conquistou seu tricampeonato, igualando-se a Itália e Brasil.

1994 – Brasil

Nesta Copa, mais uma vez Alemanha, Brasil, Itália e Argentina chegam com vantagens. Argentina vinha de um título da Copa América. A Dinamarca surpreendera a Alemanha (já unificada) na Eurocopa de 1992.

Final sem grandes surpresas, Brasil x Itália fizeram um jogo fraco tecnicamente nos Estados Unidos, e nos pênaltis a rigidez tática e física de Parreira prevaleceu e nos pênaltis o Brasil conquistava seu sonhado tetracampeonato após 24 anos de jejum.

1998 – França

Jogando em casa, após um ótimo período na década de 80 com títulos europeu e olímpico, a França de Zidane foi apontada como possível favorita, ao lado de Brasil, Alemanha e Argentina. A Itália estava enfraquecida e vinha de fracassos no campeonato europeu e nas olimpíadas, onde foram lanternas do grupo.

Na esperada final entre Brasil x França, os donos da casa massacraram o Brasil e levaram o primeiro título.

2002 – Brasil

França (campeã do mundo e europeia), Brasil, Argentina e Alemanha eram as grandes favoritas. França e Argentina foram eliminadas logo na 1ª fase, enquanto que Brasil e Alemanha chegaram até a final. Brasil com Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho levou a melhor.

2006 – Itália

Brasil foi apontado como o grande favorito para esta Copa, ao lado dos donos da casa, a Alemanha por natureza. Argentina, campeã olímpica em 2004, viria com força. Mas a surpreendente Itália conseguiu um chaveamento favorável até a semifinal contra Austrália e a estreante Ucrânia. Na semifinal, eliminou a Alemanha na prorrogação, e na final, a França tornara-se favorita, após eliminar Espanha, Brasil e Portugal, porém, após atuação brilhante de Buffon, a Itália superou a França nos pênaltis, e pela segunda vez, a segunda envolvendo a Itália, uma Copa do Mundo foi decidida nos pênaltis.

2010 – Espanha

Base formada por Barcelona e Real Madrid, que despontavam como dois dos maiores times do planeta, a Espanha deixou de lado a fama de sempre decepcionar para chegar com status de favorita como campeã europeia, ao lado de Brasil campeão da Copa América e de Argentina, que tinha a base campeã olímpica e o melhor jogador do mundo Messi. Alemanha corria por fora. A atual campeã Itália não era considerada favorita, fato esse confirmado com os italianos eliminados na 1ª fase sendo lanterna de seu grupo que tinha Paraguai, Eslováquia e Nova Zelândia.

A surpreendente Holanda foi ganhando forma durante a Copa e chegou à final com incríveis 6 vitórias em 6 partidas, sem prorrogação, inclusive contra o Brasil nas quartas-de-final. A Espanha fez valer seu favoritismo e a geração de Iniesta, autor do gol do título, finalmente levantava uma Copa do Mundo.

2014 – Alemanha

Brasil (donos da casa), Espanha, Alemanha e Argentina foram apontadas como grandes favoritas para a Copa. Uruguai corria por fora. Dentro das quatro linhas, o que se viu foi a Espanha tomar um passeio e ser eliminada na 1ª fase, com direito a uma goleada sofrida por 5×1 de seu vice-campeão de 2010 logo na estreia.

Brasil, Alemanha e Argentina foram avançando, juntamente com a Holanda e chegaram às semifinais. Alemanha já mostrara um futebol bastante convincente o que a apontava como grande adversária do Brasil na luta pelo título. Fato confirmado na fatídica semifinal do Mineirão, na qual os alemães humilharam os brasileiros vencendo por 7×1.  Na outra semifinal, a Argentina eliminou a Holanda nos pênaltis. Na final, o favoritismo alemão se comprovou, com os europeus vencendo uma copa na América pela 1ª vez na história.

2018 – Quem vencerá essa disputa? Quem dançará o pagode russo ao final da Copa?

Na Copa da Rússia, Brasil e Alemanha chegam como os grandes favoritos. Um pouco abaixo, Argentina, França e Espanha também chegam com possibilidades reais. Destaca-se a ausência da Holanda (3º lugar em 2014) e da Itália, que confirma a decadência técnica a partir de 1994, com o ponto fora da curva em 2006.

Henrique Santos* é servidor público e mora em Brasília/DF.

[Resenha] O bosquejo das Copas – Parte I

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(Imagem: divulgação/FIFA)

 

Por Henrique Santos*

 

1930 – Uruguai

Campeão olímpico em 1924 e 1928, O Uruguai era apontado como grande favorito para essa copa. Jogando em casa, confirmou o seu favoritismo contra o país arquirrival do outro lado do rio.

1934 – Itália

Sem o Uruguai na disputa, e jogando em casa, a Itália foi uma das favoritas no torneio. A Itália acabou campeã olímpica em 1936, mantendo a base para 1938.

1938 – Itália

Mesmo jogando na França, mais uma vez sem a presença do Uruguai, a Itália chegou como favorita na Copa. Campeã do mundial anterior e atual campeã olímpica, conseguiu o bicampeonato mundial.

1950 – Uruguai

O grande favorito era o Brasil, mas o Uruguai estava de volta à Copa. Chegou também bem forte para a disputa, principalmente pela ausência da Argentina, que vinha forte nas edições da Copa América anteriores. Num grande clássico sul-americano, o Maracanazzo não foi tão surpreendente assim.

1954 – Alemanha

A Hungria tinha a melhor seleção da Copa. Campeã olímpica de 1952, tinha craques como Puskás. Uruguai era outro favorito. Mas ali surgia a competitiva Alemanha, que se transformou em favorito durante a disputa da Copa e que iniciou sua história nas Copas justamente nessa competição. A Hungria talvez seja a seleção mais favorita da história a não vencer a Copa. Mas a Alemanha fez uma Copa brilhante, goleando na semifinal por 6×1 a seleção austríaca. Já havia aplicado 4×1 na Turquia e depois 7×2 no mesmo adversário. Na final, virou o jogo para 3×2, depois de estar perdendo por 2×0 da forte Hungria. A Áustria veio a vencer a disputa de 3º lugar contra a forte Uruguai por 3×1, o que ratifica a força alemã.

1958 – Brasil

Com o surgimento dos garotos Pelé e Garrincha, e sem a presença de Itália e Uruguai na Copa, Alemanha, Suécia (donos da casa) e Brasil foram apontados como os grandes favoritos para a Copa. A Hungria perdera seus principais jogadores (entre eles Puskás), refugiados da grande guerra húngara de 1956, e foi bastante enfraquecida. União Soviética era outra favorita, tendo em vista a medalha de ouro olímpica de 1956, mas não passou das quartas-de-final, eliminada pela dona da casa. No fim, Brasil confirmou suas grandes exibições com o título merecido e se tornou o primeiro país a vencer uma Copa do Mundo fora de seu continente, feito esse que só voltaria a ocorrer em 2002, com o próprio Brasil vencendo na Ásia.

1962 – Brasil

Mantendo a base campeã de 1958, e jogando na América do Sul, o Brasil chegou ao Chile com status de favorito. A Iugoslávia, campeã olímpica de 1960 e vice-campeã europeia no mesmo ano também chegou bastante forte. A União Soviética, campeã europeia mais uma vez chegou favorita e novamente eliminada pelos donos da casa nas quartas-de-final. Tchecoslováquia surpreendeu a Iugoslávia na semifinal, chegando à final contra o Brasil, que confirmou seu favoritismo.

1966 – Inglaterra

Jogando em casa e uma das potências do futebol mundial, os Ingleses foram considerados um dos favoritos ao lado da Alemanha Ocidental e dos atuais bicampeões mundiais, o Brasil. A Hungria conquistara um bicampeonato olímpico imediatamente antes e depois daquela Copa e também chegava bastante forte. Portugal de Eusébio também chegara bastante forte. Na final, com arbitragem controversa, a Inglaterra fez 4×2 na Alemanha Ocidental.

1970 – Brasil

Brasil, ainda contando com Pelé, chegou ao México com status de grandes favoritos, ao lado da Inglaterra, atual campeão, da Itália, que fora campeã europeia 2 anos antes, e a sempre forte Alemanha Ocidental, que acabou campeã europeia em 1972. Uruguai, campeão sul-americano, também tinha um certo favoritismo. Na final, com exibição de gala de Pelé e companhia, o Brasil goleou a Itália e confirmou seu favoritismo na Copa disputada em seu continente.

1974 – Alemanha Ocidental

Jogando em casa, a Alemanha Ocidental de Franz Beckenbauer, campeã europeia de 1972, era apontada como uma das grandes favoritas para a Copa, ao lado de Brasil e do revolucionário carrossel holandês, que tinha como base os campeões da Champions League em sequência Feyenoord e Ajax (3). Numa final bastante equilibrada, os donos da casa vencem a Holanda de virada por 2×1.

1978 – Argentina

Jogando em casa, a Argentina tinha como força um grupo focado e incentivado pelo regime militar em vigor no país. Apesar de ser apontado como um dos favoritos por jogar em casa e ter na bagagem a hegemonia de conquistas na Copa América (12 contra 10 uruguaios na época), a Holanda chegara mais uma vez com status de favoritos, além de Brasil e Alemanha Ocidental, que já eram consolidados nas Copas e tinham grandes seleções na época. A base alemã ocidental havia sido vice-campeã europeia em 1976 e se tornaria campeã europeia em 1980. Na final, sem surpresas Argentina e Holanda duelaram, com os donos da casa levando vantagem.

Henrique Santos* é servidor público e mora em Brasília/DF.

[Copa no Brasil] Camisas do Sport homenagearam seleções do México e da Alemanha

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(Foto: Alessandro Matias/Eu Pratico Sport)

 

Por Mateus Schuler*

 

O domingo (17) marcou a estreia de mais seis seleções, incluindo o Brasil, que empatou com a Suíça por 1 a 1. No outro duelo do Grupo E, a Sérvia foi mais efetiva e venceu a Costa Rica por 1 a 0. No Grupo F, no entanto, o México surpreendeu a atual campeã Alemanha pelo placar mínimo.

Em 2014, na Copa do Mundo no Brasil, o Sport homenageou alemães, Japoneses, brasileiros e mexicanos com uniformes personalizados. Além disso, os rubro-negros tiveram alguns amistosos disputados.

(Foto: Alessandro Matias/Eu Pratico Sport)

Dois anos depois, entretanto, o Leão teve no elenco um atleta costarriquenho. Convocado ao Mundial, o lateral/meia Rodney Wallace vai ser o único jogador com passagem pelo clube para disputar a competição.

[Marcas históricas] Bentancor, vitória sobre Sporting Lisboa e refletores do Real Madrid

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(Foto: Jornal ABC)

 

Por Mateus Schuler*

 

A Copa do Mundo 2018 seguiu nesta sexta-feira (14), com três confrontos – Egito 0x1 Uruguai, Marrocos 0x1 Irã e Portugal 3×3 Espanha em disputa. Os jogos foram válidos pelos grupos A e B.

Em toda a história, o Sport teve amistosos memoráveis contra times portugueses e espanhóis na década de 50. Além disso, o uruguaio Raúl Bentancor foi um dos que teve reconhecimento na Praça da Bandeira.

Em 27 de julho de 1952, o Leão duelou com o Sporting Lisboa na Ilha do Retiro. Os leoninos ignoraram qualquer rótulo dos lusitanos e somaram a primeira vitória sobre europeus ao bater por 2 a 1, com gols de Jorge de Castro e Franklin. Na ocasião, a escalação foi: Peter; Mourão e Diogo; Bria, Zé Maria e Miguel; Jorge de Castro, Franklin, Herculano, Zildo (Ananias) e Paulo Isidro.

A noite de 18 de maio de 1957, mesmo sem vitória, entrou no rol de partidas marcantes. Ante o Real Madrid, que se preparou para o bicampeonato da Uefa Champions League, inaugurou os refletores do Santiago Bernabéu vencendo os rubro-negros por 5 a 3.

Os tentos dos pernambucanos foram assinalados por Traçaia, Naninho e Eliezer. Comandado pelo argentino Dante Bianchi, o time foi a campo com: Carijó; Bria e Servílio; Osvaldinho, Pinheirense e Rubens; Traçaia, Naninho, Ilo Caldas, Soca e Geo (Eliezer).

Mateus Schuler* colaborou com o site Eu Pratico Sport. 

Sport finaliza preparação para enfrentar Grêmio

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Por Mateus Schuler*
O Sport está praticamente pronto para a última rodada antes da parada à Copa do Mundo. O Leão, que vai enfrentar o Grêmio às 19h30 dessa quarta-feira (13), deve ter apenas uma mudança em relação à equipe que foi derrotada pelo Vasco no fim de semana.
Mailson é a única mudança no time de Claudinei Oliveira. (Foto: Williams Aguiar/Sport)

Sem contar com Magrão, que vai cumprir a suspensão automática pelo terceiro cartão amarelo, Claudinei Oliveira promove Maílson entre os 11. O goleiro cria da base volta a ser opção após sete rodadas, atuando em três jogos no Campeonato Brasileiro.

Na tarde desta terça-feira (12), o elenco dos rubro-negros realizou o último treinamento. A atividade, no CT José Médicis, focou nas bolas parada e no posicionamento defensivo para corrigir eventuais erros.

Ao término da movimentação, o meia Michel Bastos conversou separadamente junto ao técnico. Há possibilidade do atleta ser uma surpresa na escalação, já que vem atuando bem ao ser acionado e está motivado para a possível titularidade.

Mateus Schuler colaborou com o site Eu Pratico Sport. 

[Brasileirão] Com “um time” de desfalques, Grêmio encara o Sport

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(Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)

Por Anderson Batista*

O tricolor gaúcho já está em solo pernambucano para o último compromisso antes da parada da Copa do Mundo. Depois da vitória contra o América/MG, o Grêmio chegou entre os primeiros colocados do campeonato brasileiro. No entanto, Renato Gaúcho tem problemas para a montagem do time principal. E não é apenas para esse jogo, o time de Porto Alegre vem de dez partidas em sequência com formações diferentes em campo.

As broncas com o elenco vêm acontecendo por causa da disputa três competições simultaneamente: Copa do Brasil, Taça Libertadores e Campeonato Brasileiro. Mesmo com um elenco recheado de boas opções, a repetição de times titulares é inviável por inúmeros fatores: grau de importância em determinados jogos, sequência de partidas entre meios e fins de semana e a convocação para amistosos de seleções. A parada do Mundial será importantíssima para o Grêmio.

Um time de desfalques

Amanhã, onze atletas não enfrentam o Leão na Ilha. São eles: Pedro Geromel (seleção brasileira), Kannemann (desgaste muscular), Marcelo Oliveira (lesão muscular), Maicon (problema na panturrilha), Michel (lesão na coxa direita), Jaílson (acertando com o Santos), Luan (preservado), Alisson (lesão na coxa esquerda), Maicosuel (amigdalite), Everton (suspenso) e Hernane (pancada sofrida nos treinos). Ainda há uma dúvida sobre a condição física do volante Ramiro.

Embora o esfacelamento, o provável Grêmio deve ser montado com: Marcelo Grohe; Léo Moura, Paulo Miranda, Bressan e Bruno Cortêz; Cícero, Arthur, Lima, Thonny Anderson e Thaciano; André. Sport e Grêmio duelam às 19h30, pela décima segunda rodada do Brasileirão. Ricardo Marques Ribeiro (FIFA-MG) apita o jogo; Guilherme Dias Camilo (FIFA-MG) e Sidmar dos Santos Meurer (CBF-MG) são os assistentes.

Anderson Batista* é radialista e colaborou com o site Eu Pratico Sport. 

Mesmo sem Magrão, Claudinei sinaliza manutenção de titulares no Sport

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Maílson volta a ser titular no Leão após sete partidas (Foto: Williams Aguiar/Sport)

 

Por Mateus Schuler*

A quebra da sequência de cinco jogos sem perder é passado no Sport. Na noite dessa quarta-feira (13), às 19h30, recebe o Grêmio na Ilha do Retiro pela 12ª rodada, que vai ser a última antes da parada à Copa do Mundo.

Na tarde desta segunda-feira (11), o elenco voltou a treinar visando o confronto com os gaúchos. A única novidade entre os 11 dos rubro-negros deve ser a entrada de Maílson na meta, pois Magrão recebeu o terceiro da série e cumpre suspensão automática.

Quem poderia recuperar a vaga como titular seria o lateral-direito Cláudio Winck, porém segue na transição física. Segundo Cléber Maciel, médico do clube, o prazo de retorno às atividades é apenas na próxima semana.

Como não deve promover mais mudanças no time, Claudinei sinaliza o Leão no 4-2-3-1 com: Maílson; Raul Prata, Ronaldo Alves, Ernando e Sander; Deivid e Fellipe Bastos; Rogério, Gabriel e Marlone; Rafael Marques.

Mateus Schuler colaborou com o site Eu Pratico Sport. 

[Opinião/Torcedor] “Um momento e tudo muda, as coisas já não são mais como antes”

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Resultado de imagem para sport campeão da copa do brasil 2008

 

Por Walfrido Neto*

Aos 35 minutos do primeiro tempo, Ilha do Retiro, 11/06/08, o Corinthians era campeão do Brasil, favorito, com todas as câmeras e microfones virados para seu elenco e torcida… O link ao vivo mostrava sua torcida no parque São Jorge, no palco, a banda Capital Inicial já havia passado o som para animar a festa que não escaparia da mão deles por nada…

A não ser por um momento…

O momento em que Luciano Henrique chutou mascado, a bola tomou uma trajetória esquisita, Enilton tenta cabecear e não consegue, o goleiro tenta pegar e…

Nesse momento, a bola cruza a linha…

Não precisou nem balançar as redes, só entrou o suficiente para fazermos história. E o Sport mostrava mais uma vez que nada temia, que enfrentamos quem vier, sem medo, E VENCEMOS…

Os narradores e comentaristas, atônitos com esse Nordestino intruso que acabara com a festa já montada, com as matérias já escritas e filmadas, com a história do gigante “campeão dos campeões “ que iria para a Libertadores jogando a segunda divisão.

Mas não nesse momento…

Esse momento era nosso!

Virem as câmeras pro lado de cá, senhores, mudem os microfones de posição…

Capital inicial não tocou em 11/06/08, o frevo embalou esta noite.

O “campeão dos campeões “ é vice, meus amigos. Corram para escrever as matérias do zero.

A festa e a taça ficaram em Recife.

O campeão está aqui.

E não duvidem de Nós novamente.

SPORT CAMPEÃO DO BRASIL!

Walfrido Freire de Carvalho Neto* é rubro-negro, mora na capital paulista, e é cônsul do Sport em São Paulo. É o Presidente da Torcida Leões de Sampa e um dos fundadores da Torcida Brava Ilha.

Há dez anos o Brasil voltava a ser do Sport

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Por Mateus Schuler*

Avassalador na Ilha do Retiro e temido pelos adversários, o Sport mostrou valentia para ser campeão da Copa do Brasil exatamente dez anos atrás. Tudo começou com um amargo empate em 2 a 2, contra o Imperatriz-MA, no dia 27 de fevereiro. Na volta, vitória por 4 a 1 e classificação garantida. Em seguida, bateu o Brasiliense duas vezes e chegou às oitavas.

Frente ao Palmeiras, recheado de craques do cenário nacional à época, arrancou importante empate sem gols em São Paulo, além de ter a inferioridade numérica pela expulsão de Bia. A volta, porém, teve atuação inspirada do meia Romerito – três gols – e novo 4 a 1 para seguir na disputa.

Nas quartas, o adversário foi o Internacional e os rubro-negros não desistiram de procurar a vaga. Depois de perderem a invencibilidade, venceram na “Bombonilha” com direito a um golaço de Durval, de falta. Com isso, faltariam quatro partidas para o título.

 

Diante do Vasco, o Leão saiu para a volta com mais tranquilidade após triunfar por 2 a 0. No Rio de Janeiro, os vascaínos reverteram o que haviam sofrido nos minutos finais do duelo e a definição foi nos pênaltis. Edmundo deu início à série desperdiçando sua cobrança, o que foi suficiente aos leoninos para se motivarem e irem à decisão.

Dono da maior torcida do país, o Corinthians foi o último adversário. Em 4 de junho, o gol heroico de Enílton aos 47 do 2° tempo evitava a derrota por 3 a 0, que seria mais difícil para o jogo em Recife.

Nome marcante na final e durante o torneio, o atacante Carlinhos Bala disse ter conversado com Deus, que assegurou a permanência da taça em Pernambuco. Marcando o necessário antes mesmo do intervalo, com tentos de Bala e Luciano Henrique, se segurou no segundo tempo e fez o Brasil voltar a se curvar mais uma vez.

 

A campanha

Primeira Fase

Imperatriz-MA 2×2 Sport

Sport 4×1 Imperatriz-MA

Segunda Fase

Brasiliense 1×2 Sport

Sport 4×1 Brasiliense

Oitavas

Palmeiras 0x0 Sport

Sport 4×1 Palmeiras

Quartas

Internacional 1×0 Sport

Sport 3×1 Internacional

Semifinal

Sport 2×0 Vasco

Vasco (4) 2×0 (5) Sport

Final

Corinthians 3×1 Sport

Sport 2×0 Corinthians

Mateus Schuler colaborou com o site Eu Pratico Sport.

Tudo que você precisa saber sobre Vasco x Sport

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Fellipe Bastos aprimorou  o seu futebol e é uma das armas rubro-negras. (Foto: Mourão Panda/América-MG)

Sport visita Vasco para manter sequência positiva

 

Por Matheus Schuler*

Motivado por estar cinco jogos sem perder e bem posicionado na tabela, o Sport volta a campo pelo Campeonato Brasileiro 2018. Na noite deste sábado (6), vai a São Januário e enfrenta o Vasco no Rio de Janeiro, às 19h, pela 11ª rodada do certame nacional.

 Vasco

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Jorginho orientou o elenco ainda no Rio de Janeiro para pegar o Leão. (Foto: Paulo Fernandes/Vasco)

Em situação oposta na classificação, o time carioca não vai contar com Martín Silva, na seleção uruguaia, tal como Thiago Galhardo, Rafael Galhardo, Werley, Breno, Kelvin, Rildo e Bruno Silva, no departamento médico. Os 11 devem ser os mesmos que arrancaram o empate com o Cruzeiro, no Mineirão, nesse meio de semana.

A única novidade vai ser o retorno de Jorginho ao comando, pois quem comandou frente à Raposa foi Valdir Bigode.

Sport

União do grupo e trabalho em conjunto são as armas do Sport. (Foto: Williams Aguiar/Sport Club do Recife)

Ocupando a vice-liderança e dentro do G-6 – grupo classificatório à Copa Libertadores da América – com 18 pontos, o Leão busca a manutenção da boa fase. Além de manter a sequência invicta, tenta continuar na parte de cima da classificação.

As ausências são o lateral-direito Cláudio Winck, na transição física, e o zagueiro Henríquez, que treinou em separado dos demais. Em contrapartida, o lateral-esquerdo Sander volta ao time por ter cumprido suspensão automática.

Prováveis escalações

Provável Vasco: Fernando Miguel; Luiz Gustavo, Paulão, Ricardo e Henrique; Desábato e Andrey; Bruno Cosendey; Wagner, Andrés Ríos e Yago Pikachu. Técnico: Jorginho

Provável Sport: Magrão; Raul Prata, Ronaldo Alves, Ernando e Sander; Deivid e Fellipe Bastos; Rogério, Gabriel e Marlone; Rafael Marques. Técnico: Claudinei Oliveira

Mais detalhes

Trio de arbitragem do confronto é formado por brasilienses do quadro da CBF. Quem apita é Sávio Pereira Sampaio, com Daniel Henrique da Silva Andrade e e Ciro Chaban Junqueira como auxiliares, conterrâneos e também do escalão nacional.

Mateus Schuler* colaborou com o site Eu Pratico Sport.

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