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Opinião: “Nunca duvide do Sport!”

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Samuel Xavier comemora boa atuação contra o Santa e mira título Zé Henrique, Eu Pratico Sport- Recife/PE

Emoção

Foi com emoção! Muita emoção, suor, briga (da boa e da ruim), com muita vontade, com garra e com “sangue nos olhos” que a torcida sempre pede. O Sport foi Sport e mostrou o peso que representa ser o maior clube do Norte e Nordeste do Brasil. O Santa? Eles entenderam o que significa o mantra “Nunca duvide do Sport”.

vontade

Se não foi uma partida brilhante tecnicamente, foi a primeira vez no ano em que se percebeu o time com real vontade de ganhar no campo. Talvez com orgulho ferido, depois do jogo passado na Ilha, onde Pitbull bateu, repetidamente, no escudo do Sport: resolveram acordar, afinal!

Santa Cruz

O Santa veio com a postura que lhe caracterizou nos últimos anos: uma defesa extremamente bem montada e difícil de ser ultrapassada. Para complicar tudo, Diego Souza sentiu uma lesão na coxa, no começo do jogo, e deu lugar para Everton Felipe, que entrou dando o cartão de visitas e colocando o Sport definitivamente no jogo.

Everton Felipe

O primeiro toque na bola do camisa 97 foi na grade área. O jovem pegou de primeira, “na veia”, como dizia meu avô: um canhão com o pé direito tão forte que Julio César quando pensou em se mexer, Everton já estava comemorando o gol. Poeticamente, a bola resolveu bater no travessão e no chão, sem estufar o fundo do barbante, apenas para dar aquele segundo de dúvida. Mas não havia… Sport 1×0.

Everton foi comemorar provocando a torcida do Santa e aí choveram sandálias, copos, latas e todo tipo de objeto que tivesse à mão. Algo lamentável e que deve ser punido com severidade. Nos dias de hoje, não se pode mais admitir este tipo de coisa.

Segue o jogo

O jogo seguiu com o Sport tentando ampliar o placar e falhando muito na transição do meio para o ataque e com uma defesa insegura. Principalmente porque Ronaldo Alves não tinha condições físicas de jogo. Pelo tricolor,  Thomás e Pitbull jogaram efusivamente nas costas do zagueiro.

Com Bocanegra, na vaga do camisa 3, o Santa tentou tanto que Pereira chegou a perder um gol, sem goleiro. Para alívio do Sport, o jogo não foi alterado no placar e a partida seguiu em equilibrada. Bocanegra ontem, fez uma grande partida e foi um xerife na zaga.

Equilíbrio e Rithely

O equilíbrio se deu até um lance no meio campo: Rithely e Leo Costa disputaram um  bola e o camisa 12 do Sport pisou no jogador do Santa. Foi um lance que mais pareceu acidente de trabalho do que maldade. Em seguida não tinha outra coisa a acontecer: começou uma confusão com ELicarlos dando tapa em Durval e com Ronaldo devolvendo a “gentileza” na cara de Pitbull. Resultado: Rithely e Elicarlos expulsos.

Ao sair, o camisa 21 provocou a torcida com o sinal “segunda divisão” e outra chuva de copos, latas e afins foram na direção do jogador.

André

Pouco depois, o jogo seguiu e Samuel Xavier arrancou pela direita, tentou cruzar, acertou um adversário (nenhuma surpresa nisso) , mas a bola sobrou na entrada da grande área e André, de primeira e de pé direito, acertou um chute no contrapé de Júlio César que nada pode fazer; foi o gol da classificação! Contudo, não apenas isso, foi o gol da redenção do camisa 90 que tanto vinha sendo criticado. Ele extravasou, gritou, correu e comemorou muito. Mereceu pelo bom jogo de ontem.

Descontrole

A partir daí, o Santa perdeu o controle emocional e teve outros 2 jogadores expulsos e foi incapaz de tentar qualquer tipo de reação. Classificação heroica do Leão da Ilha e merecida. Foi na bola, dentro das quatro linhas com um futebol ofensivo.

PORÉNS

Juiz

Pífio, tendencioso, fraco, caseiro e, em parte, responsável pelo descontrole do jogo. Não tem condições de apitar uma decisão do tamanho do de ontem.

Rithely

Perdeu a mão e a razão chamando o Arruda de chiqueiro. Não precisava cometer o mesmo erro de Pitbull para devolver a provocação.

(Foto: Sport Club do Recife)

Humor: “Vamos lá… 9 verdades e 1 mentira”

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87 é, indiscutivelmente, nosso. Outra vez

 

Zé Henrique, Eu Pratico Sport, Recife/PE

 

Vamos lá… 9 verdades e 1 mentira:

1 – Vi Magrão pegar 28 pênaltis;
2 – Vi 6 jogadores do Sport serem convocados para a seleção brasileira;
3 – Vi o Sport ganhar 3 Copas do Nordeste;
4 – Vi o Sport ganhar a Copa do Brasil;
5 – Vi o Sport ganhar campeonato brasileiro;
6 – Vi o Sport jogar duas libertadores;
7 – Vi o Flamengo na Libertadores de 88;
8 – Vi o Sport ganhar 18 campeonatos Pernambucanos;
9 – Vi o Sport meter 5 gols no São Paulo de Telê Santana;
10 – Já participei de um ensaio fotográfico no gramado da Ilha do Retiro!

Opinião: “Ganhar sem vencer”

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Henrique Santos – Eu Pratico Sport/Brasília-DF.

Olá, nação leonina!

Nos próximos o Sport pode obter sua classificação em 2 campeonatos diferentes: Copa do Brasil e Campeonato Pernambucano. E nem precisa vencer esses jogos para isso.

A vantagem é mínima. Concordo. Poderia ter sido bem melhor. Porém, chegou a hora de mostrar quem tem garrafa cheia pra vender. Temos uma dificuldade histórica em vencer times retrancados. Joinville e Náutico não poderão jogar assim.

Acredito que o Leão conseguirá as classificações, se tudo ocorrer conforme o normal. Contra o Joinville, podemos até perder por 3×2. Contra o Náutico, um empate nos basta. Essas classificações valem, por baixo, R$ 1 milhão.

Pra encerrar, o assunto é André.

André vem deixando a desejar no que mais se espera de um centroavante: gol. E não pode reclamar de chances para finalizar. Juninho vem recebendo bolas semelhantes, mas vem guardando, e em menos tempo em campo. O garoto Juninho merece uma chance, ou duas, no time titular. Personalidade e faro de gol. Sabe aquela fase em que a bola bate nele e entra?? Enquanto estiver nessa fase, Juninho em campo!

 

Henrique Santos é blogger no site Eu Pratico Sport.

Humor: “Leãozinho da Páscoa, que trazes pra mim; um gol, dois gols, três gols assim…”

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Zé Henrique / Eu Pratico Sport Recife, PE

 

O Sport venceu o melhor time que o Náutico tem em algum tempo (não que signifique grande coisa) por 3×2 em uma virada emocionante, com dois gols de Juninho aos 45 e aos 46 minutos do segundo tempo. Uma vitória épica e merecida pelo volume de jogo e pela boa partida do time.

O jogo

O Sport começou em cima do Náutico e obrigou Tiago Cardoso a abrir o leque de defesas difíceis que ele tem o hábito de fazer contra o Leão. Com dois minutos, Mena pegou um rebote e mandou um balaço para boa defesa de Cardoso; pouco depois, uma defesaça em um chute de Rogério. André, que foi importante taticamente e blá, blá, blá, Perdeu um gol cara a cara com o goleiro de forma displicente (e não adjetivo mais educado para descrever) e um na entrada da pequena área (5 milhões, meu Deus).

Volume

O Sport teve um belo volume de jogo na primeira etapa, mas dos 20 minutos em diante, dominou o território, todavia não foi um time que sufocou o quanto poderia, e deveria, o adversário. A postura excessivamente defensiva do Timbu fez o Sport manter cautela na hora de ir para cima, apesar do confortável espaço que o time tinha.

Volantes

Rithely, Ronaldo e Fabrício fizeram um meio campo interessante e deram bastante espaço e opções para Diego Souza o seu melhor futebol. Fabrício ainda é muito inconstante e será mesmo, mas já mostra muito mais qualidade que qualquer outro volante “medalhão” que esteve na Ilha nos últimos anos.

Defesa

A defesa ontem falhou de novo, principalmente no segundo gol dos alvirrubros, quando Anselmo, entre Durval e Mena, conseguiu marcar. Henriquez mostrou-se melhor que Matheus Ferraz, mas mostrou o desnível entre os titulares e os reservas e talvez explique porque Durval segue titular, mesmo sem jogar bem. Os laterais foram na média, mas nada de muito orgulho pelo jogo de ontem.

Juninho

Responsável direto pela virada, o garoto mostra personalidade e passou como uma bala os companheiros da base e já deixa Everton Felipe, Ronaldo e Neto Moura comendo poeira. Se tiver a cabeça no lugar, ele poderá ter um futuro muito promissor e já conta com um “professor” que entende bem de trabalho com a base. Balada que se cuide…

“Ajuda”

O juiz ajudou o Sport quando anulou um gol legal de Páscoa em pleno domingo de Páscoa. Caso o Náutico tivesse feito 3×1, a história poderia ser outra, mas não foi e não foi culpa do Sport.

André

Pagar 5 milhões para ter um jogador que só vai bem taticamente, mas não cumpre com sua principal função é péssimo. O camisa 90 precisa melhorar muito!

Semana

Que venham classificações contra o Joinville e Náutico nesta semana que começa para o Sport mostrar a que veio neste ano de 2017.

Zé Henrique é jornalista e blogger no site Eu Pratico Sport.

Foto: Sport Club do Recife.

Opinião: “Abril pro Sport”

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Henrique Santos

Olá, nação leonina!

Vou pedindo um minuto da sua atenção pra falar do que mais gosto – Sport Club do Recife! E já começa quente: foi aberta a temporada de grandes decisões que se avizinham nesse mês de abril. Primeiro foi o valente Campinense. Sempre gigante na Copa do Nordeste, a raposa sucumbiu ao novo poderio ofensivo do Leão.

Depois veio o uruguaio Danubio, time tradicional mas que anda mal das pernas. Porém, não é desculpa, já nos enrolamos com times inferiores. E o arsenal da frente do Sport novamente prevaleceu. Em seguida, foi a vez do Joinville, que diga-se de passagem jogou muito mais do que se comentou na prévia da partida. Mesmo jogando mal, o rubro-negro fez mais golaços, teve mais voleio, e acabou levando vantagem de 2×1 para a partida da volta.

Lado bom: a vitória e os golaços de Rithely e Juninho. Lado ruim: o gol sofrido na Ilha. Mas creio na classificação.

Agora vem o 4º capítulo da odisseia abril de decisões. E é um velho freg…conhecido! Apesar do ótimo momento do time da Rosa e Silva/São Lourenço da Mata, acredito no potencial ofensivo, nas bicicletas e nos voleios do Sport. Então, a nação está convocada para a #IlhaDosGolaços no próximo domingo e garantir mais uma vitória decisiva.

Henrique Santos mora em Brasilia/DF. e é rubro-negro.

Opinião: “Estratégia ou Covardia?”

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Alexandre Fonseca

Conhecemos na noite de ontem o cruzamento das semifinais do campeonato Pernambucano de 2017. Assim como nos anos de 2011, 12, 13, 15 e 16, o tricolor do Arruda montou uma verdadeira “estratégia” para evitar o Leão nas semifinais daqueles campeonatos. Aquelas decisões deram muito certo para eles, já que – não importa como – ficaram com esses cinco títulos na rua das Moças. No único ano em que a “estratégia deu errado”, em 2014, os tricolores foram eliminados pelo Sport, que acabou se sagrando campeão daquele ano.

Resumo da “Ópera”: O time tricolor não se importa em viajar 1.032 km até Salgueiro (distância ida e volta), contanto que não jogue contra o Sport antes de uma possível final. Covardia, temor ou estratégia? Na verdade, o tricolor sabe jogar esse “joguinho” muito bem. Portanto, todo cuidado é pouco na Ilha do Retiro e espero que a lição desse passado recente tenha sido realmente aprendida!

 Não podemos esquecer da semifinal contra o Timbu, antes de mais nada.

 Alexandre Fonseca, 42 anos, é Administrador de Empresas e sócio do Sport Club do Recife.

Opinião: “Não é de hoje  que o time entra em campo achando que é superior”

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(Foto: Sport C.R.)

Zé Henrique

O Sport estreou o novo técnico Ney Franco ontem, contra o Campinense, pela Copa do Nordeste. A estreia de um técnico logo em uma decisão deveria ser uma coisa boa, mas a apatia e a soberba, mais uma vez destruíram o Sport. Não é de hoje  que o time entra em campo achando que é superior e, quando bem quiser, vai resolver o jogo. O Leão perdeu por 3×1 e a torcida tem que achar bom existir a possibilidade de virar domingo, na Ilha, porque se fosse 6×1 não seria exagero.

Pior que a derrota, é vergonhoso assistir um time apático, onde os jogadores se mostram acomodados em excesso, sem a garra, sem a vontade e o tal “sangue nos olhos” que a massa leonina está habituada a ver. Este é um problema que se arrasta faz alguns anos e se deve muito pela falta de alguém, tipo um Homero ou um Beltrão, chegando junto dos jogadores e dizendo umas boas verdades para eles.

Everton Felipe ainda nem tirou as fraldas e fica nessa tietagem com Diego Souza como se fosse um moleque de arquibancada. Chega a perder bolas e não se preocupa em tentar recuperar ou mostrar mais vontade quando está em campo. Diego, apesar de até mostrar raça, se esconde do jogo como fez ontem. Isso  não é raro, mas ele mais decide que se esconde. Então… Tem muito crédito.

Durval é um ídolo e essa imagem, pelo andar da carruagem, vai sumir com tantas partidas ruins do nosso capitão. A melhor coisa que Oswaldo fez foi deixar o capita no banco. Mas… Daniel o efetivou e desde então ele vem falhando sistematicamente. Ney Franco vai precisar mostrar personalidade para lidar com essa bronca.

Magrão foi, mais uma vez, o anjo guardador do Sport. Nos salvou algumas vezes e deixou aquela ponta de desespero na torcida ao pensar que ele, breve se aposenta. O arqueiro, todavia, sofre com uma defesa falha por demais. Samuel Xavier não vem jogando melhor do que Cheppo e Mansur falha em quase tudo; ontem, porém, conseguiu uns poucos bons desarmes, todavia, é muito abaixo do nível desejado. Ronaldo Alves, apesar de falho, parece um único ponto mais centrado no sistema defensivo.

Rodrigo não é melhor que nenhum volante da base, mas como o Sport adora um Tobi e um Serginho, ele deve seguir titular por um bom tempo, mesmo tendo Thallyson, Ronaldo e Neto Moura para melhor compor a função.

Uma coisa é clara: Se o Sport for Sport no domingo ganha por mais de 2 gols de diferença do “bom” time do Campinense. Resta saber se a soberba e a arrogância deste time irão permitir. Qualidade não falta e apoio não faltará! Que a Ilha seja um caldeirão e os paraibanos voltem para casa desclassificados!

Zé Henrique é jornalista, mora em Recife e é colunista do site Canelada F.C.

O texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Eu Pratico Sport.

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