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…que a série B será uma dura e cruel realidade na vida do torcedor do Sport em 2019. O dicionário diz que catástrofe é “qualquer acidente de grandes proporções” e para dizer isso do Leão da Ilha, precisava a situação ser melhor do que a que se vislumbra. Uma verdadeira hecatombe, semelhante ao meteoro que dizimou os dinossauros passa pela Praça da Bandeira e já foi batizada (com justiça) de Arnaldo Barros.

Claro que desastre naturais não vem desacompanhados e o tsunami Gustavo Dubeux vem para garantir que não fique pedra sobre pedra para o próximo ano. Uma desgraça atrás da outra, três treinadores que pediram para ir embora (no mesmo ano), um “planejamento” certo para o apocalipse zumbi, mas acho que nem Rick Grimes vai ter força contra esse!

O clube se desfez de vários atletas sem ter substitutos, contratou como quem vai comprar verdura no fim da feira, além de ter “investido” na recuperação de um atacante que não faz gol há 3 anos e em um medalhão que avisou querer tudo menos ser profissional desde 2010.

O preço da arrogância dos dirigentes vai ser alto para a torcida. Os mandatários vão sair e apenas vão para o limbo e para o hall da pior gestão que o Sport teve nos últimos 50 anos. Nem a hombridade de dar a cara nas entrevistas, tampouco o reconhecimento dos erros é assumido. O Sport vai pagar uma conta caríssima por apostar em um par de aventureiros.

2019 não será fácil e, se não tomar cuidado, pode ficar pior. Que o espírito de luta e de raça volte logo menos. O Sport perdeu tudo, até a sua alma. Língua de Cobra e Sarumam tomaram o poder da Ilha, mas é sempre tempo de salvar Rohan, falta-nos encontrar Durvalf e Maragorn para expurgar os criadores de Orcs!

*Textos opinativos não refletem, necessariamente, um contexto geral no site Eu Pratico Sport.

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