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(Foto: Diego Marinelli/Coritiba Foot Ball Club)

Dando uma lida na nas redes sociais eu percebi, entre tantos comentários e especialistas e torcedores, uma frase, do colunista Henrique Santos, de Brasília/DF, que me chamou mais a atenção: “Quantos empates faltam para a classificação?”. Ironia e brincadeiras à parte, a oração citada  tem fundamento quando a gente olha o histórico do clube no atual certame nacional. A pergunta é angustiante, sarcástica, hilária e, ao mesmo tempo, real.

Quanto ao jogo de ontem, são várias visões e “frentes” diferentes. Uns preferem enxergar que o time dominou o jogo. Outros focam apenas que o ataque não chutou ao gol do adversário como deveria. Já outros, preferem olhar que o empate foi de bom tamanho.

Todos acima têm razão. Mas uma coisa é comum: ninguém tá tomando a sua cerveja nas arquibancadas com tanta confiança ainda ou cravando a classificação nos microfones e teclados da vida. NEM EU!

Independente das opiniões, o que o Sport mostrou nos dois últimos jogos é que o já sabemos. Não é surpresa para ninguém. Se tivesse feito o mínimo, teria vencido o fraco Guarani, fora de casa, e empatado ontem conforme aconteceu. Esse seria um bom cenário nesta busca pela classificação. Título? Ninguém que acompanha o clube atualmente pode pensar nisso como premissa. Fora os torcedores mais apaixonados.

Falando do empate, entrou no que se esperava e na conta positiva “do todo”: o Coritiba é um clube que ameaça na tabela por uma vaga, tem camisa e, portanto, o empate foi positivo para uma posicionamento mais abrangente. Porém, sem tanto olhar clínico para os detalhes dos poucos mais de 90 minutos no Couto Pereira.

É esquecer como, onde e quando foram os problemas até aqui, apoiar e pensar no futuro. Esse, por sinal, bem perto do presente.

Antes que eu esqueça: quantos empates faltam para a classificação?

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