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(Foto: Anderson Stevens/Sport)

 

Wesley Silvali – Recife/PE

Tentando passar por cima dos que ainda duvidam de seu progresso como jogador de futebol, Ronaldo fez uma grande partida diante do Náutico. Destemido, mesmo sabendo que poderia ficar fora da partida final na Ilha do Retiro, o volante não tirou o pé para dividir: foi discreto como um camisa 5 tem que ser, e eficiente da mesma forma, seguindo a premissa.

Criticado por ser um jogador passivo no comportamento defensivo, Ronaldo desarmou, deu carrinho limpo, orientou, e ofereceu qualidade na saída de jogo. Mostrou as razões que fizeram o técnico Guto Ferreira admitir temer sua ausência no domingo.

O problema é o histórico. As desconfianças não são por acaso e nem mesmo injustas. O prata da casa tem que saber que precisa manter, principalmente, o foco. Até mesmo por ser “marcado”, e hoje passar longe de um “menino”, como alguns ainda se referem. Ronaldo precisa de senso autocrítico para continuar crescendo. Algo não somente bom para o Clube, como para sua carreira, sobretudo.

O atleta precisa entender que nas partidas a contensão é sinônimo de ligado o tempo todo. Cada vez mais preocupados em fazer Ronaldo um jogador melhor, Guto Ferreira e seu auxiliar são válvulas mais do que especiais nesse processo de maturação. Sendo, juntos, por sinal, decisivos na decisão de uma renovação de contrato que deverá ser confirmada nas próximas semanas.

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