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(Foto: Williams Aguiar/Sport)

 

O principal nome do Sport esse ano, até agora, é o camisa 8, aliás, camisa 10 Marlone. Ele chegou e a memória afetiva do torcedor lembrou de 2015 é do trio que trouxe alegrias formado por ele, André e Elber. A possibilidade de ver dois desses três juntos de novo mexeu com a esperança do torcedor que não aguenta mais tanta tragédia e tanta desgraça no futebol do Sport. Marlone chegou, vestiu a 10, mas além disso não mostrou muito.

Calma, não vou aqui descascar o Marlone. Todavia, há que ter os pés no chão com relação a ele. Espera-se que ele seja o grande nome do Sport em 2018 (talvez junto com Everton Felipe quando se recuperar), mas a primeira grande pergunta é: onde ele foi protagonista? Onde, e em qual clube Marlone foi o grande craque, o principal nome? A resposta é simples: em nenhum.

No Vasco, onde teve seu melhor momento, era um dos destaques, mas não foi o maestro do time que tinha Diego Souza, Juninho Pernambucano e Carlos Alberto. Já o Cruzeiro, o Fluminense, o Atlético-MG e o Corinthians não têm lá grandes saudades dele. Mas, no Sport o bom futebol do jogador pode ser muito útil.

O principal reforço do Sport hoje precisa ser um meia que jogue pelo meio e saiba tabelar bem, pois foi assim que ele rendeu. Não esperemos de Marlone ser decisivo ou chamar a responsabilidade, porque o histórico dele nos mostra um excelente coadjuvante, mas nunca um astro principal.

Um grande reforço, mas nosso Chewbacca precisa de um Han Solo!
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