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Mesmo curtindo férias na Europa, Magrão não descuida e segue em tratamento

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(Foto: Jean Nunes/Eu Pratico Sport)

 

O goleiro Magrão anda pelo mundo em suas merecidas férias. O ídolo rubro-negro passa o descanso em terras europeias, com a sua família, e deve se apresentar com o elenco rubro-negro no terceiro grupo de jogadores: dia 3 de janeiro.

Magrão, 41 anos, ao se reapresentar no Sport, passará por uma análise minuciosa pelo departamento médico do clube e, de imediato, fará um raio-x para saber o quanto evoluiu desde a cirurgia do antebraço direito. Só depois é que os médicos terão uma realidade do tempo necessário para a volta aos treinos com bola.

(Foto: Williams Aguiar/Sport)

O goleiro, mesmo antes das férias em continente europeu, vinha fazendo a fisioterapia e foi orientado a realizar um trabalho de fortalecimento muscular, durante a viagem, para ganhar mobilidade. Dependendo de como estiver a consolidação óssea, o jogador poderá ser liberado de imediato.

Magrão sofreu a fratura do antebraço no jogo contra o Atlético PR, na Arena da Baixada, pela 29ª rodada do Brasileirão deste ano. A cirurgia aconteceu em outubro, e a expectativa inicial é de que o jogador volte aos treinos na segunda semana de janeiro.

[Hoje] Resenha Rubro-Negra: o que tem o Atlético PR?

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O nosso programa Resenha Rubro-Negra vai ao ar, neste noite de terça-feira, apenas com um assunto: o atlético PR.

O rubro-negro paranaense é hoje um dos clubes referência em vários assuntos no futebol brasileiro e foi citado pelos candidatos ao pleito de presidente do Sport Club do Recife em alguns momentos na atual campanha. Neste caminho, não poderíamos deixar de lado esse clube e vamos buscar as respostas para várias interrogações.

Para o programa de hoje, convidamos Juliano Lorenz, ex- blogger no Globo Esporte e um dos jornalistas do Canal Tretis TV, parceira do site Eu Pratico Sport no Sul do país. Outro convidado é o Vinicius Furlan, que é componente, também, do canal rubro-negro no YouTube. Ele é especialista em gestão de pessoas e desenvolvimento gerencial. Hoje, além do canal do YouTube, trabalha como executivo em uma startup em Curitiba.

Pelas bandas de Pernambuco, Alessandro Matias e Anderson Batista, ambos do Canal Eu Pratico Sport, estarão conversando sobre o clube sulista com foco no Leão. Portanto, se inscreva no nosso canal e clique no sino das notificações. O sino, por detalhe, vai avisá-lo do início do programa. Falando em horário, a Resenha Rubro-Negra começará às 20h30 (horário de Recife).

[Salários atrasados] Eduardo Carvalho, candidato à presidência do Sport, emite nota de repúdio

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Eduardo Carvalho se pronunciou por nota oficial. (Foto: Divulgação)

 

Antes da coletiva de imprensa de Milton Mendes, na última partida do Leão, Laércio Guerra, VP de futebol do Sport, falou com a imprensa para agradecer a presença da torcida nas arquibancadas. Logo em seguia, e não poderia ser diferente, a imprensa foi perguntar sobre os atrasos de salários dos jogadores e do pessoal do administrativo.

Segundo o dirigente, o clube deve normalizar tudo ao final do ano. Contudo, as declarações geraram revolta por parte de funcionários do clube, de boa parte da torcida e de Eduardo Carvalho, candidato da oposição ao cargo de presidente do Sport nas próximas eleições ao final do ano. Eduardo Carvalho, por sinal, emitiu um nota oficial sobre o assunto. Confira.

 

NOTA DE REPÚDIO

No final da noite de ontem, enquanto todos os torcedores do SPORT comemoravam a saída do nosso time da zona do rebaixamento, e renovavam-se as esperanças da nossa permanência no grupo de elite do futebol brasileiro, coube ao atual vice-presidente de Futebol, desde logo candidato à sucessão do presidente de agora, trazer à Ilha do Retiro as nuvens negras do preconceito, do desrespeito e do descaso.

Ao afirmar que, o fato dos empregados que compõem a administração do SPORT entrarem no terceiro mês seguido sem receber salários não é o mais importante “no momento” bem demonstra o caráter da atual gestão do nosso clube. O mesmo caráter que permitiu a recontratação daquele técnico que abandou nossos jogadores no saguão do Tom Jobim.

O desrespeito aos nossos empregados do administrativo ainda tem a marca do sadismo: eles trabalham, inclusive em dias de jogos na Ilha, não recebem salários há dois meses, mas, ficam sabendo que a heroica diretoria “foi atrás” e “em busca” de grana para pôr em dia os salários dos atletas do futebol de campo, e que o “bicho” está sendo “religiosamente” pago. Amém!

O tal vice-presidente de Futebol afirmou que todos os débitos do SPORT serão pagos “até o final do ano”. Indago se a atual administração também assumirá os pagamentos das multas e dos juros a serem cobrados aos nossos empregados, diante do não pagamento de cartões de crédito, das contas mensais de água, energia elétrica e telefone. Sem se falar nas escolas dos filhos.

Ao contrário de outros, o movimento UMA RAZÃO PARA VIVER não se cala, nem se omite – o que poderia eleitoralmente até mesmo lhe ser conveniente – diante desse posicionamento covarde e desrespeitoso do futuro candidato à Presidência, da atual gestão.

O compromisso dos componentes da chapa UMA RAZÃO PARA VIVER é de respeito, sem qualquer exceção, a todos aqueles que contribuem para que o nosso Clube continue vivo, e sempre lutando para torná-lo cada vez maior.

Eduardo Carvalho
Candidato à Presidência do Sport pela chapa Uma Razão para Viver.”

Sport mostra fragilidades do elenco e é goleado

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Mais um jogo importante para a luta do Leão contra o rebaixamento. O Atlético PR, por outro lado, não busca muitos objetivos na competição.

(Imagem: Sport)

Começou o primeiro tempo e até os 21 minutos o Sport não teve poder ofensivo e reforçou as suas linhas defensivas. Para não dizer que o time não foi ao ataque, apenas uma bola chutada pelo Marlone, que foi espalmada pelo goleiro do Furacão. Na jogada, a curiosidade foi o pedido de pênalti por parte dos atletas rubro-negros pernambucanos. Já o Furacão, fez Magrão operar dois milagres até então. Outro destaque na defensiva, nas bolas altas na área, ficou por conta do Ronaldo Alves.

A estratégia do time da casa foi alçar bolas na área rubro-negra nesta primeira etapa. O time campeão brasileiro de 1987 fez planos de alinhar a defensiva e tentar explorar os contra ataques e erros do adversário. O problema é que o meio de campo não deu velocidade nas bolas de ligação com o ataque.

Na segunda etapa iniciada, o que era complicado, piorou. O Atlético Paranaense abriu o placar aos 2 minutos do segundo tempo: Thiago Heleno, de cabeça, aproveitou a pouca marcação de Marlone na área.

Na tentativa de melhorar as jogadas, Milton Mendes tirou Mateus Gonçalves e colocou Hernane. Com isso, Michel Bastos desceu mais para compor mais as jogadas. Em seguida, entrou Rafael Marques no lugar de Marlone, que mais uma vez não jogou bem. Nonoca, por outro lado, entrou no lugar de Marcão no meio de campo. Era o tudo ou nada: perdido por um, perdido por qualquer placar.

Contudo, até os 30 minutos do último período o time não mudou em nada o formato. Continuou com deficiências nas laterais e na ligação com o ataque. Piorando o panorama, o goleiro Magrão saiu do jogo machucado e Gabriel foi substituir o ídolo do clube. Tudo isso poque o técnico rubro-negro já tinha realizado as 3 substituições.

Durou pouco a expectativa de levar um gol: os 38 minutos, o Furação fez o seu terceiro gol na partida com a falha de Evandro, que cabeceou a bola para a pequena área e Bergson aproveitou e guardou nas redes. Iniciou-se o “Salve-se quem puder”.

Novamente Raul Prata, em noite de pouca qualidade, perdeu a bola e rendeu um novo contra ataque para o quarto gol do time da casa: Rony foi o autor.

Final da partida, Sport goleado e sem as opções de Fellipe Bastos e Neto Moura, que levaram o terceiro cartão amarelo. O último, mesmo sem entrar em campo, levou o seu terceiro cartão amarelo. Para a próxima partida, contra o Vasco, na Ilha, no próximo sábado, às 19h ambos estão fora.

 

 

[Eu Pratico Sport TV] Guilherme Beltrão: “O dinheiro está na conta dos jogadores!”

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De primeira!!

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[Zero lesões] Sport é o único clube da Série A com departamento médico vazio

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O NEPRE faz um belo trabalho para o futebol. (Foto: Williams Aguiar/Sport)

 

Por Mateus Schuler*

Em meio à parada à Copa do Mundo 2018, alguns dos times que estão na Série A estão sem partidas oficiais. O Sport, por exemplo, deu folga de dez dias ao elenco para voltar a todo gás durante a intertemporada.

De acordo com levantamento feito através do portal GloboEsporte.com, o Leão é o único com departamento médico vazio. Ou seja, nenhum atleta está lesionado, fazendo o técnico Claudinei Oliveira ter todo o grupo à disposição para a sequência do certame.

Boa condição do NEPRE faz departamento médico do Leão ser único na Série A sem jogadores (Foto: Williams Aguiar/Sport)

 

Por envolver outras áreas, o diretor médico Cléber Maciel destaca os investimentos do clube para um trabalho multidisciplinar: “O êxito se deve a um trabalho multidisciplinar e completamente desprovido de vaidades. O projeto iniciou em 2015, com a reformulação da parte física. Melhoramos a fisioterapia, a fisiologia e o que era bom da parte médica”, declarou o doutor.

O maior dos fatores é a evolução no Núcleo de Excelência, Prevenção e Reabilitação no Esporte (NEPRE), que funciona no CT José Médicis. Assim como o DM, o NEPRE integra também Fisioterapia, Fisiologia, Nutrição e Preparação Física, com destaque para os aparelhos isocinético e recuperação, laboratório de biomecânica, academia de musculação, estúdio de pilates e piscina de crioterapia.

 

*Mateus Schuler colaborou com o site Eu Pratico Sport

 

[Resenha] O bosquejo das Copas – Parte II

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(Imagem: divulgação/FIFA)

 

Por Henrique Santos*

 

1982 – Itália

A primeira grande surpresa aconteceu nesta Copa. Espanha (donos da casa), Alemanha, Brasil e os atuais campeões argentinos eram apontados como grandes favoritos, com a ausência da Holanda. A Itália vivia um período conturbado por escândalos de compra de resultados, porém, durante a Copa a Itália fez uma primeira fase impressionante, empatando as 3 partidas contra Polônia, Peru e Camarões. Porém, conseguiu se classificar, caindo no grupo com Brasil e Argentina. Nesse triangular a Itália se transformou e venceu Argentina e Brasil de forma espetacular, com futebol surpreendente. Vale destacar que em momento algum esteve perdendo um jogo. Sempre esteve à frente no placar ou empatando. Feito esse que se repetiu até a final. A Itália vence e convence contra Polônia na semifinal por 2×0 e contra a Alemanha Ocidental na final por 3×1, após abrir um 3×0.

1986 – Argentina

Na era Maradona, jogando no continente americano, Argentina, Alemanha, Itália e Brasil foram apontados como grandes favoritos. França que chegava como campeã europeia e olímpica também viria forte. Nesta Copa, iniciou-se uma sequência de finais entre Alemanha Ocidental e Argentina, absolutamente equilibradas. A Argentina levou a melhor nessa Copa, que não teve surpresa na final, mas teve a surpreendente 1ª geração belga chegando à semifinal, sendo superada pelos campeões.

1990 – Alemanha Ocidental

A revanche. Assim foi apontada a final desta Copa na Itália, que mais uma vez teve como favoritos Argentina, Alemanha Ocidental, Itália e Brasil. A Holanda era a atual campeã europeia, porém decepcionou.

Na final, a Alemanha Ocidental deu o troco nos argentinos, jogando em continente europeu, levou a melhor e conquistou seu tricampeonato, igualando-se a Itália e Brasil.

1994 – Brasil

Nesta Copa, mais uma vez Alemanha, Brasil, Itália e Argentina chegam com vantagens. Argentina vinha de um título da Copa América. A Dinamarca surpreendera a Alemanha (já unificada) na Eurocopa de 1992.

Final sem grandes surpresas, Brasil x Itália fizeram um jogo fraco tecnicamente nos Estados Unidos, e nos pênaltis a rigidez tática e física de Parreira prevaleceu e nos pênaltis o Brasil conquistava seu sonhado tetracampeonato após 24 anos de jejum.

1998 – França

Jogando em casa, após um ótimo período na década de 80 com títulos europeu e olímpico, a França de Zidane foi apontada como possível favorita, ao lado de Brasil, Alemanha e Argentina. A Itália estava enfraquecida e vinha de fracassos no campeonato europeu e nas olimpíadas, onde foram lanternas do grupo.

Na esperada final entre Brasil x França, os donos da casa massacraram o Brasil e levaram o primeiro título.

2002 – Brasil

França (campeã do mundo e europeia), Brasil, Argentina e Alemanha eram as grandes favoritas. França e Argentina foram eliminadas logo na 1ª fase, enquanto que Brasil e Alemanha chegaram até a final. Brasil com Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho levou a melhor.

2006 – Itália

Brasil foi apontado como o grande favorito para esta Copa, ao lado dos donos da casa, a Alemanha por natureza. Argentina, campeã olímpica em 2004, viria com força. Mas a surpreendente Itália conseguiu um chaveamento favorável até a semifinal contra Austrália e a estreante Ucrânia. Na semifinal, eliminou a Alemanha na prorrogação, e na final, a França tornara-se favorita, após eliminar Espanha, Brasil e Portugal, porém, após atuação brilhante de Buffon, a Itália superou a França nos pênaltis, e pela segunda vez, a segunda envolvendo a Itália, uma Copa do Mundo foi decidida nos pênaltis.

2010 – Espanha

Base formada por Barcelona e Real Madrid, que despontavam como dois dos maiores times do planeta, a Espanha deixou de lado a fama de sempre decepcionar para chegar com status de favorita como campeã europeia, ao lado de Brasil campeão da Copa América e de Argentina, que tinha a base campeã olímpica e o melhor jogador do mundo Messi. Alemanha corria por fora. A atual campeã Itália não era considerada favorita, fato esse confirmado com os italianos eliminados na 1ª fase sendo lanterna de seu grupo que tinha Paraguai, Eslováquia e Nova Zelândia.

A surpreendente Holanda foi ganhando forma durante a Copa e chegou à final com incríveis 6 vitórias em 6 partidas, sem prorrogação, inclusive contra o Brasil nas quartas-de-final. A Espanha fez valer seu favoritismo e a geração de Iniesta, autor do gol do título, finalmente levantava uma Copa do Mundo.

2014 – Alemanha

Brasil (donos da casa), Espanha, Alemanha e Argentina foram apontadas como grandes favoritas para a Copa. Uruguai corria por fora. Dentro das quatro linhas, o que se viu foi a Espanha tomar um passeio e ser eliminada na 1ª fase, com direito a uma goleada sofrida por 5×1 de seu vice-campeão de 2010 logo na estreia.

Brasil, Alemanha e Argentina foram avançando, juntamente com a Holanda e chegaram às semifinais. Alemanha já mostrara um futebol bastante convincente o que a apontava como grande adversária do Brasil na luta pelo título. Fato confirmado na fatídica semifinal do Mineirão, na qual os alemães humilharam os brasileiros vencendo por 7×1.  Na outra semifinal, a Argentina eliminou a Holanda nos pênaltis. Na final, o favoritismo alemão se comprovou, com os europeus vencendo uma copa na América pela 1ª vez na história.

2018 – Quem vencerá essa disputa? Quem dançará o pagode russo ao final da Copa?

Na Copa da Rússia, Brasil e Alemanha chegam como os grandes favoritos. Um pouco abaixo, Argentina, França e Espanha também chegam com possibilidades reais. Destaca-se a ausência da Holanda (3º lugar em 2014) e da Itália, que confirma a decadência técnica a partir de 1994, com o ponto fora da curva em 2006.

Henrique Santos* é servidor público e mora em Brasília/DF.

[Resenha] O bosquejo das Copas – Parte I

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(Imagem: divulgação/FIFA)

 

Por Henrique Santos*

 

1930 – Uruguai

Campeão olímpico em 1924 e 1928, O Uruguai era apontado como grande favorito para essa copa. Jogando em casa, confirmou o seu favoritismo contra o país arquirrival do outro lado do rio.

1934 – Itália

Sem o Uruguai na disputa, e jogando em casa, a Itália foi uma das favoritas no torneio. A Itália acabou campeã olímpica em 1936, mantendo a base para 1938.

1938 – Itália

Mesmo jogando na França, mais uma vez sem a presença do Uruguai, a Itália chegou como favorita na Copa. Campeã do mundial anterior e atual campeã olímpica, conseguiu o bicampeonato mundial.

1950 – Uruguai

O grande favorito era o Brasil, mas o Uruguai estava de volta à Copa. Chegou também bem forte para a disputa, principalmente pela ausência da Argentina, que vinha forte nas edições da Copa América anteriores. Num grande clássico sul-americano, o Maracanazzo não foi tão surpreendente assim.

1954 – Alemanha

A Hungria tinha a melhor seleção da Copa. Campeã olímpica de 1952, tinha craques como Puskás. Uruguai era outro favorito. Mas ali surgia a competitiva Alemanha, que se transformou em favorito durante a disputa da Copa e que iniciou sua história nas Copas justamente nessa competição. A Hungria talvez seja a seleção mais favorita da história a não vencer a Copa. Mas a Alemanha fez uma Copa brilhante, goleando na semifinal por 6×1 a seleção austríaca. Já havia aplicado 4×1 na Turquia e depois 7×2 no mesmo adversário. Na final, virou o jogo para 3×2, depois de estar perdendo por 2×0 da forte Hungria. A Áustria veio a vencer a disputa de 3º lugar contra a forte Uruguai por 3×1, o que ratifica a força alemã.

1958 – Brasil

Com o surgimento dos garotos Pelé e Garrincha, e sem a presença de Itália e Uruguai na Copa, Alemanha, Suécia (donos da casa) e Brasil foram apontados como os grandes favoritos para a Copa. A Hungria perdera seus principais jogadores (entre eles Puskás), refugiados da grande guerra húngara de 1956, e foi bastante enfraquecida. União Soviética era outra favorita, tendo em vista a medalha de ouro olímpica de 1956, mas não passou das quartas-de-final, eliminada pela dona da casa. No fim, Brasil confirmou suas grandes exibições com o título merecido e se tornou o primeiro país a vencer uma Copa do Mundo fora de seu continente, feito esse que só voltaria a ocorrer em 2002, com o próprio Brasil vencendo na Ásia.

1962 – Brasil

Mantendo a base campeã de 1958, e jogando na América do Sul, o Brasil chegou ao Chile com status de favorito. A Iugoslávia, campeã olímpica de 1960 e vice-campeã europeia no mesmo ano também chegou bastante forte. A União Soviética, campeã europeia mais uma vez chegou favorita e novamente eliminada pelos donos da casa nas quartas-de-final. Tchecoslováquia surpreendeu a Iugoslávia na semifinal, chegando à final contra o Brasil, que confirmou seu favoritismo.

1966 – Inglaterra

Jogando em casa e uma das potências do futebol mundial, os Ingleses foram considerados um dos favoritos ao lado da Alemanha Ocidental e dos atuais bicampeões mundiais, o Brasil. A Hungria conquistara um bicampeonato olímpico imediatamente antes e depois daquela Copa e também chegava bastante forte. Portugal de Eusébio também chegara bastante forte. Na final, com arbitragem controversa, a Inglaterra fez 4×2 na Alemanha Ocidental.

1970 – Brasil

Brasil, ainda contando com Pelé, chegou ao México com status de grandes favoritos, ao lado da Inglaterra, atual campeão, da Itália, que fora campeã europeia 2 anos antes, e a sempre forte Alemanha Ocidental, que acabou campeã europeia em 1972. Uruguai, campeão sul-americano, também tinha um certo favoritismo. Na final, com exibição de gala de Pelé e companhia, o Brasil goleou a Itália e confirmou seu favoritismo na Copa disputada em seu continente.

1974 – Alemanha Ocidental

Jogando em casa, a Alemanha Ocidental de Franz Beckenbauer, campeã europeia de 1972, era apontada como uma das grandes favoritas para a Copa, ao lado de Brasil e do revolucionário carrossel holandês, que tinha como base os campeões da Champions League em sequência Feyenoord e Ajax (3). Numa final bastante equilibrada, os donos da casa vencem a Holanda de virada por 2×1.

1978 – Argentina

Jogando em casa, a Argentina tinha como força um grupo focado e incentivado pelo regime militar em vigor no país. Apesar de ser apontado como um dos favoritos por jogar em casa e ter na bagagem a hegemonia de conquistas na Copa América (12 contra 10 uruguaios na época), a Holanda chegara mais uma vez com status de favoritos, além de Brasil e Alemanha Ocidental, que já eram consolidados nas Copas e tinham grandes seleções na época. A base alemã ocidental havia sido vice-campeã europeia em 1976 e se tornaria campeã europeia em 1980. Na final, sem surpresas Argentina e Holanda duelaram, com os donos da casa levando vantagem.

Henrique Santos* é servidor público e mora em Brasília/DF.

[Copa no Brasil] Camisas do Sport homenagearam seleções do México e da Alemanha

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(Foto: Alessandro Matias/Eu Pratico Sport)

 

Por Mateus Schuler*

 

O domingo (17) marcou a estreia de mais seis seleções, incluindo o Brasil, que empatou com a Suíça por 1 a 1. No outro duelo do Grupo E, a Sérvia foi mais efetiva e venceu a Costa Rica por 1 a 0. No Grupo F, no entanto, o México surpreendeu a atual campeã Alemanha pelo placar mínimo.

Em 2014, na Copa do Mundo no Brasil, o Sport homenageou alemães, Japoneses, brasileiros e mexicanos com uniformes personalizados. Além disso, os rubro-negros tiveram alguns amistosos disputados.

(Foto: Alessandro Matias/Eu Pratico Sport)

Dois anos depois, entretanto, o Leão teve no elenco um atleta costarriquenho. Convocado ao Mundial, o lateral/meia Rodney Wallace vai ser o único jogador com passagem pelo clube para disputar a competição.

[Marcas históricas] Bentancor, vitória sobre Sporting Lisboa e refletores do Real Madrid

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(Foto: Jornal ABC)

 

Por Mateus Schuler*

 

A Copa do Mundo 2018 seguiu nesta sexta-feira (14), com três confrontos – Egito 0x1 Uruguai, Marrocos 0x1 Irã e Portugal 3×3 Espanha em disputa. Os jogos foram válidos pelos grupos A e B.

Em toda a história, o Sport teve amistosos memoráveis contra times portugueses e espanhóis na década de 50. Além disso, o uruguaio Raúl Bentancor foi um dos que teve reconhecimento na Praça da Bandeira.

Em 27 de julho de 1952, o Leão duelou com o Sporting Lisboa na Ilha do Retiro. Os leoninos ignoraram qualquer rótulo dos lusitanos e somaram a primeira vitória sobre europeus ao bater por 2 a 1, com gols de Jorge de Castro e Franklin. Na ocasião, a escalação foi: Peter; Mourão e Diogo; Bria, Zé Maria e Miguel; Jorge de Castro, Franklin, Herculano, Zildo (Ananias) e Paulo Isidro.

A noite de 18 de maio de 1957, mesmo sem vitória, entrou no rol de partidas marcantes. Ante o Real Madrid, que se preparou para o bicampeonato da Uefa Champions League, inaugurou os refletores do Santiago Bernabéu vencendo os rubro-negros por 5 a 3.

Os tentos dos pernambucanos foram assinalados por Traçaia, Naninho e Eliezer. Comandado pelo argentino Dante Bianchi, o time foi a campo com: Carijó; Bria e Servílio; Osvaldinho, Pinheirense e Rubens; Traçaia, Naninho, Ilo Caldas, Soca e Geo (Eliezer).

Mateus Schuler* colaborou com o site Eu Pratico Sport. 

Sport finaliza preparação para enfrentar Grêmio

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Por Mateus Schuler*
O Sport está praticamente pronto para a última rodada antes da parada à Copa do Mundo. O Leão, que vai enfrentar o Grêmio às 19h30 dessa quarta-feira (13), deve ter apenas uma mudança em relação à equipe que foi derrotada pelo Vasco no fim de semana.
Mailson é a única mudança no time de Claudinei Oliveira. (Foto: Williams Aguiar/Sport)

Sem contar com Magrão, que vai cumprir a suspensão automática pelo terceiro cartão amarelo, Claudinei Oliveira promove Maílson entre os 11. O goleiro cria da base volta a ser opção após sete rodadas, atuando em três jogos no Campeonato Brasileiro.

Na tarde desta terça-feira (12), o elenco dos rubro-negros realizou o último treinamento. A atividade, no CT José Médicis, focou nas bolas parada e no posicionamento defensivo para corrigir eventuais erros.

Ao término da movimentação, o meia Michel Bastos conversou separadamente junto ao técnico. Há possibilidade do atleta ser uma surpresa na escalação, já que vem atuando bem ao ser acionado e está motivado para a possível titularidade.

Mateus Schuler colaborou com o site Eu Pratico Sport. 

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