Departamento médico: o problema é geral

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(Foto: Elton de Castro)

Alessandro Matias / GloboEsporte.com

O futebol brasileiro não tinha, até o momento, um calendário que proporcionasse, aos clubes, uma certa preparação para a temporada. É conhecimento de todos que o ano futebolístico das agremiações depende, principalmente, deste momento. Em 2014, por causa da Copa do Mundo, o futebol parou apenas em junho. E essa parada não chega perto da importância dos treinamentos, que podem ser programados, antes dos primeiros campeonatos.

Até o momento é uma promessa, para o ano que vem, que os times e atletas tenham um período dedicado para a tão falada pré-temporada.

Antes do último jogo do Sport, na Arena Pernambuco, contra o Internacional, vieram alguns comentário colocando em dúvida o trabalho realizado pelo departamento médico do Leão. É importante ressaltar que o DM do rubro-negro, pernambucano, é um dos melhores da primeira divisão. Sendo assim, o mais qualificado dos clubes do nordeste.

O certo é que o Sport, no caso em tela, não teve uma pré-temporada adequada. E para piorar, o Campeonato Pernambucano tomou conta do tempo que seria de preparação.

Neste caminho, sem volta, os jogadores e clubes da primeira divisão sofrem com contusões, que não serão recuperadas tão fácil, e fragilizam o já tão sofrido futebol brasileiro. Basta dar uma olhada em alguns exemplos no futebol do país.

Fazendo uma breve análise na divisão de elite do Brasil, nas últimas semanas, obtivemos algumas informações que comprovam o discurso.

 

Segue uma pequena lista exemplificativa:

Atlético MG – Estava com 11 atletas no DM;

Internacional – estava com 8 atletas no DM;

Grêmio – estava com 6 atletas no DM;

*São Paulo – estava com 6 atletas no DM;

Coritiba – estava com 5 atletas no DM.

 

*Destaque para Luís Fabiano.

 

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